quarta-feira, 26 de junho de 2019

Prefeito Tema é recebido por ministro para tratar de liberação de recursos para pavimentar povoados de Tuntum

Deputado Aluísio Mendes, ministro Gustavo Canuto e prefeito Tema

O prefeito de Tuntum, Cleomar Tema, acompanhado do deputado Aluísio Mendes, foi recebido em audiência nessa terça-feira (25) , em Brasília, pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto. O assunto tratado foi a liberação de recursos, já assegurados por meio de emendas e convênios, para a pavimentação asfáltica dos povoados Brejo do João, São Joaquim dos Melos, São Bento de Cima, São Bento de Baixo, Aldeia e Capim.

Segundo o prefeito, a audiência foi muito proveitosa, com largas possibilidades dos recursos serem liberados com brevidade, para assim, a execução dos serviços serem concretizados para a melhoria da qualidade de vida de todos, que inclusive, esperam ansiosos pelo importante momento.

- A audiência com o ministro Gustavo Canuto foi muito produtiva, estamos agora acelerando todos os trâmites para que esses recursos sejam liberados, no máximo, até o final do ano, e assim, esses povoados que tanto têm sonhado com o projeto tenham o seu sonho concretizado, mudando, com certeza, a qualidade de vida de todos, que esperam ansiosamente por esse importante momento, destacou o prefeito.
Os R$ 3 milhões que serão investidos nos serviços de pavimentação asfáltica serão distribuídos da seguinte forma: povoados São Bento de Cima e São bento de baixo, 3.600 metros; povoado Brejo do João, 1 quilômetros; São Joaquim dos Melos, 2 quilômetros; Aldeia, 650 metros e Capim, 850 metros.

ÁUDIO: Raimundinho da Audiolar esclarece sobre terreno do IFMA de Presidente Dutra

Raimundinho da Audiolar

O empresário Raimundinho da Audiolar manifestou-se nas Redes Sociais, nessa terça-feira (25), sobre a doação de um terreno ocupado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão - IFMA, localizado ás margens da BR 226, em uma área de 04 hectares, que segundo ele, teria sido a parte acertada para a doação com o diretor da instituição em Presidente Dutra, o senhor conhecido por Firmino.
O debate sobre a questão voltou à tona na noite de segunda-feira (24) como um dos assuntos da pauta da sessão da Câmara de Vereadores, que na oportunidade expôs um ofício enviado pela direção do IFMA, requerendo dos vereadores e vereadoras apoio para desapropriação do terreno onde está construído o prêmio da instituição. Acontece, que legalmente, o local ainda é propriedade do empresário, ocasião em que ele não estaria pré-disposto em aceitar o tamanho exigido pelos representantes do instituto, que seria equivalente a área de 4,33 hectares.
A discussão sobre o assunto também foi intensamente debatido nas Redes Sociais, momento que oportunizou Raimundinho em gravar um áudio esclarecendo a veracidade dos fatos, acrescentando, ainda, que as palavras do diretor do órgão federal de educação não condiz com a verdade, especificamente, sobre o acordo do tamanho da área por ele doada. Confira...

terça-feira, 25 de junho de 2019

Por 3 a 2, Segunda Turma do STF decide manter Lula preso




A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta terça-feira (25) negar o pedido de soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 73, preso desde abril de 2018 após ser condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP).

Por 3 a 2, a proposta do ministro Gilmar Mendes, de soltar o ex-presidente imediatamente, foi derrotada. O Supremo deve voltar a analisar o caso no segundo semestre.

Edson Fachin, Celso de Mello e Cármen Lúcia votaram contra a soltura imediata de Lula. Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram a favor.
A decisão foi tomada após recurso da defesa do petista, que alegou falta de imparcialidade do ex-juiz Sergio Moro, que condenou o petista e é atual ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PSL).

O julgamento ocorreu em um momento político favorável ao petista por causa da revelação de mensagens de Moro e de autoridades da Lava Jato divulgadas pelo site The Intercept Brasil desde o último dia 9.

A defesa de Lula destacou a existência das conversas ao Supremo no último dia 11 em um complemento do pedido de habeas corpus impetrado anteriormente e que já questionava a parcialidade de Moro.

Nesta terça, o ministro Gilmar Mendes chegou a propor à turma que concedesse uma medida para que o ex-presidente aguardasse em liberdade o julgamento desse habeas corpus pedido pela defesa do petista.

Esse julgamento foi iniciado ainda no ano passado, e o placar parcial era de 2 a 0 contra o pedido —votos dos ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia.

Nesta terça-feira, a proposta de Gilmar pela liberdade imediata de Lula ocorreu após o advogado de Lula, Cristiano Zanin, pedir que o julgamento do habeas corpus fosse realizado nesta sessão, como estava previsto inicialmente.

Diante da proposta de Gilmar, a presidente da Segunda Turma, ministra Cármen Lúcia, colocou em julgamento dois pedidos de habeas corpus —esse que trata da suposta falta de imparcialidade de Moro e outro que discute decisão do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Felix Fischer, que negou, em decisão individual, um recurso de Lula àquela corte.

No caso sobre a decisão do STJ, a Segunda Turma negou o pedido formulado por Lula. Os ministros Edson Fachin, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Cármen Lúcia votaram por rejeitar o habeas corpus. Já Ricardo Lewandowski votou para anular o julgamento do recurso de Lula no STJ, mas foi vencido.

Após negar o primeiro pedido de habeas corpus feito por Lula, a Segunda Turma do STF começou a julgar o segundo, no qual a defesa alega que faltou imparcialidade ao ex-juiz Sergio Moro na condução do processo do tríplex de Guarujá. O pedido da defesa do petista, porém, acabou derrotado.

No último dia 11, a defesa de Lula fez um complemento ao habeas corpus que sustenta a falta de imparcialidade de Moro informando aos ministros do colegiado sobre a existência das mensagens trocadas entre o ex-juiz e procuradores da Lava Jato, conforme divulgado pelo Intercept.

Sobre essas mensagens, na última sexta-feira (21), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, encaminhou ao STF parecer que questiona o uso dos diálogos entre Moro e o procurador Deltan Dallagnol, chefe da Lava Jato, como elemento para anular o caso de Lula.

Segundo ela, o material publicado “ainda não foi apresentado às autoridades públicas para que sua integridade seja aferida”.

Já Moro, em audiência no Senado na semana passada, afirmou ser alvo de um ataque hacker que mira as instituições e que tem como objetivo anular condenações por corrupção.

O ex-juiz diz ainda não ter como garantir a veracidade das mensagens (mas também não as nega), refuta a possibilidade de ter feito conluio com o Ministério Público, chama a divulgação das mensagens de sensacionalista e desqualifica os que apontaram irregularidades na sua atuação quando juiz da Lava Jato.

Em conversas publicadas pelo site The Intercept Brasil desde o último dia 9, Moro sugere ao Ministério Público Federal trocar a ordem de fases da Lava Jato, cobra a realização de novas operações, dá conselhos e pistas e antecipa ao menos uma decisão judicial.

O então juiz, segundo os diálogos, também propõe aos procuradores uma ação contra o que chamou de “showzinho” da defesa do ex-presidente Lula, sugere à força-tarefa melhorar o desempenho de uma procuradora durante interrogatórios e se posiciona contra investigações sobre o ex-presidente FHC na Lava Jato por temer que elas afetassem “alguém cujo apoio é importante”.

Reportagem da Folha mostrou ainda que procuradores se articularam para proteger Moro e evitar que tensões entre ele e o STF paralisassem as investigações em 2016.

Segundo a legislação, é papel do juiz se manter imparcial diante da acusação e da defesa. Juízes que estão de alguma forma comprometidos com uma das partes devem se considerar suspeitos e, portanto, impedidos de julgar a ação. Quando isso acontece, o caso é enviado para outro magistrado. Folha de SP

Gilmar propõe soltar Lula e STF julga nesta terça-feira habeas corpus de ex-presidente


BRASÍLIA — A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar nesta terça-feira dois pedidos de liberdade do ex-presidente Luiz InácioLula da Silva. Os habeas corpus haviam sido retirados de pauta, mas, após intervenções de Cristiano Zanin, advogado do petista, e do ministroGilmar Mendes , a presidente da Segunda Turma, Cármen Lúcia , colocou os itens para julgamento
A sugestão inicial de Gilmar era permitir que Lula ficasse em liberdade até que o julgamento ocorresse. Mas, após deliberação dos ministros da Segunda Turma, ficou definido que os habeas corpus seriam levados para apreciação.
A Segunda Turma está analisando primeiramente o habeas corpus contra uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A tendência nesse caso é que o pedido seja negado por questões técnicas e processuais. Em seguida, será a vez do habeas corpus em que Lula tem mais chances: aquele em que a defesa questiona o trabalho do ex-juiz Sergio Moro, que teria sido parcial ao condenar o ex-presidente.
— O que nós pedimos, inclusive por petição protocolada ontem, é que sejam dadas as prioridades regimentais, uma vez que há paciente preso há mais de 400 dias. E também estamos diante de um julgamento que foi iniciado — disse Zanin.
— Diante das razões que eu expus, e do congestionamento da pauta, havia indicado o adiamento. Tem razão o nobre advogado quando alega o alongamento desse período de prisão diante da sentença e condenação confirmada em segundo grau. Como temos toda a ordem de trabalho organizada, o que eu proponho é de fato conceder uma medida para que o paciente aguardasse em liberdade a nossa deliberação completa. Encaminharia nesse sentido, se a o colegiado assim entendesse — sugeriu Gilmar.
— Seria o caso de apregoar os dois habeas corpus? — questionou Cármen.
Os ministros da Segunda Turma decidiram que o advogado de Lula, Cristiano Zanin, terá direito a fazer sustentação oral antes de ser retomada a votação.
OGlobo

Alcolumbre vê violação ética de Moro: "Fosse um parlamentar, já estaria preso"

Para o presidente do Senado, frases atribuídas ao ministro da Justiça em conversas vazadas indicam transgressão e deveriam ser tratadas como tal


Se as conversas vazadas do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, envolvessem um parlamentar, o político já estaria preso ou cassado. A dura avaliação foi feita na noite desta segunda-feira (24) pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre(DEM-AP) , durante evento organizado pelo site Poder 360.
Embora tenha feito a ressalva de que é preciso saber se as conversas divulgadas pelo site The Intercept são mesmos verdadeiras, Alcolumbre afirmou que, no caso de um parlamentar, isso nem seria levado em conta, porque o conteúdo "é grave".

Segundo o presidente do Senado , Moro teria ultrapassado o limite da ética que regula as relações entre um juiz e as partes do processo. Conversas por intermédio de um aplicativo de celular atribuídas ao ex-juiz da 13ª Vara Federal em Curitiba e o procurador da Lava-Jato Deltan Dallagnol revelaram supostas combinações sobre a condução da operação. Alcolumbre destacou que as pessoas "têm o direito" de conversas, mas "no limite da Constituição".
"Do ponto de vista ético, ultrapassou. Porque o juiz não pode conversar com o procurador. Se aquilo ali for tudo verdade, esse é o problema", disse Alcolumbre.
"Aquela conversa não era para ter sido naquele nível entre o acusador e o julgador. São graves, muito graves. Se isso for verdade, se comprovar que é verdade, vai ter um impacto grande. Não em relação à operação ( Lava-Jato ), ninguém contesta isso nunca, mas em relação a procedimentos. De maneira procedimental, isso não é coisa boa para um julgador. Na política, se fosse com deputado ou senador, tava no Conselho de Ética , tava cassado ou tava preso. E não precisava nem provar se era com hacker, se era legal", ressaltou o senador.
O presidente do Senado disse que não sabe dizer se o conteúdo das conversas pode ser usado para anular os processos da Lava-Jato. Moro contesta a autenticidade dos diálogos e defende não haver infrações nos textos divulgados. Ele atribui os vazamentos a um "ataque orquestrado" contra a operação contra a corrupção.
"Não sei se pode anular, como vai anular uma operação dessas?", questionou Alcolumbre. Ele destacou ainda que não seria o caso de usar o episódio de Moro para abrir uma CPI porque o Congresso deve ter outras prioridades.
"Do mesmo jeito que falei da CPI do Judiciário, falei da CPI do Moro. Não precisa disso, vamos cuidar da reforma. Do jeito que o Brasil não merece CPI do Lava Toga , não merece isso, não vai colaborar com o Brasil. Não é bom para o Brasil mesmo. Isso não vai ajudar na política. Vamos fazer o que tem que fazer para o bem", afirmou. 

Decreto das armas

Durante o evento organizado pelo Poder 360, o senador revelou ainda que chegou a propor ao governo alternativas ao texto do  decreto das armas na tentativa de evitar que o texto fosse revogado pelos senadores, como acabou ocorrendo . Segundo Alcolumbre, o governo não aceitou alterações no decreto.
"Eu sou da Amazônia, o cara lá precisa de arma para comer e para defender sua família de uma onça. Sei de lugares que a onça passa no quintal da casa do cara. Então o cara quer ter a posse. Trabalhei e as testemunhas são Flávio Bolsonaro e o Marcos Rogerio. Estava pronto para votar um destaque (ao texto) protegendo atiradores, colecionadores, (garantindo) a posse e não o porte. (Estava) ponto um texto construído com todo mundo. Foram procurar o governo e o governo disse que não queria fazer acordo. Se tivesse votado o destaque, todo mundo votava porque corrigia as distorções", finalizou Alcolumbre.
Do Ultimosegundo

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Acrobacia com motocicleta tira a vida de adolescente em São Domingos do Maranhão

Francisco Sávio

Uma acrobacia mal sucedida com uma motocicleta terminou em morte na tarde desse domingo, por volta das 16h30, na cidade de São Domingos do Maranhão. A adolescente Érica Vitória, 17 anos, perdeu a vida ao cair da garupa da motocicleta que estava sendo conduzida pelo mecânico Francisco Sávio Silva.
Conforme relatos de populares que presenciaram o acidente de trânsito, o fato aconteceu na BR 135, próximo ao lava do Curica. Acredita-se que Francisco Sávio teria levantado o pneu da moto de forma inesperada, não dando tempo suficiente para Vitória se segurar, ocasionando sua queda. O impacto da pancada provocou traumas no pescoço da vítima, que mesmo atendida por socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi a óbito ainda no local.

Após o incidente, sem prestar socorros a adolescente, Sávio fugiu imediatamente do local, passando posteriormente a ser procurado pelas autoridades policiais para prestar esclarecimentos sobre o episódio, que dependendo das circunstância de sua ocorrência, poderá ser classificado como homicídio culposo ou doloso. A motocicleta pilotada pelo suspeito não foi encontrada no local, a polícia que está investigando seu desaparecimento, suspeita que alguém a tenha retirado do local de forma criminosa após o acidente.
Praticas dessa natureza com motocicletas é comum em cidades do interior, ocorrendo com frequência acidentes e vitimando muitos jovens e adolescentes, que amantes da aventura se arriscam em perigosas acrobacias, sendo a de levantar pneu a mais comum. As forças policiais já têm se esforçado para coibir esse tipo de atitude para evitar fatalidades como a de ontem, porém, os praticantes ignoram e continuam a arriscar suas vidas e a de terceiros. 

Congresso prepara nova lei de armas para substituir decreto de Bolsonaro


BRASÍLIA - Após o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prever a derrubada dos decretos de armas no Congresso, parlamentares já preparam um novo texto para rever o Estatuto do Desarmamento , desburocratizando a posse e o porte de armas.
Na manhã desta segunda-feira, Maia disse em suas redes sociais que o decreto deve ser derrubado também na Câmara e que está negociando com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para encontrar um solução em projetos de lei.
— Depois da decisão do Senado de derrubar o decreto de armas , na minha opinião, esse pode ser o caminho da Câmara. Mas, nós entendemos, sob a liderança dele (Davi Alcolumbre), que existem alguns pontos do decreto que são constitucionais e que precisam ser tratados por lei. E o Senado deve ter a iniciativa, talvez esta semana — disse Maia.
O presidente da Câmara acrescentou que o projeto deve tratar da permissão a colecionadores (CACs) e da posse de arma rural.
— Há um texto que acho que atende a todos (no caso da posse rural), que é deixar claro que a posse da arma é em toda a propriedade rural, não apenas na sede. Isso no caso dos residentes em propriedade rural. Acho que temos um certo consenso para poder avançar. Então o Senado deve votar isso — disse o presidente da Câmara.
Em acordo com as lideranças, o incumbido do projeto de lei é o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). O novo texto, segundo ele, não terá medidas polêmicas do decreto, como a permissão de usar calibres mais potentes para defesa pessoal.
— Não tem nenhum motivo para ter um cidadão comum portando um fuzil ou mesmo possuindo um fuzil para defesa. Arma para defesa pessoal é uma coisa, para atividade esportiva é outra coisa, e o decreto mistura as duas coisas. 

Propriedade rural

O projeto deve, porém, explicitar que a posse de armas se estende para toda a propriedade rural, diminuir os prazos de registro para armas de fogo e unificar os cadastros do Exército e da Polícia Federal. Segundo o senador, também pode ser ampliado automaticamente o porte para algumas categorias profissionais.
Essa ampliação, porém, deve ser muito mais restrita que a do decreto de Bolsonaro, que liberou o porte para moradores de áreas rurais com mais de 25 anos (18,6 milhões de pessoas), colecionadores e caçadores (255 mil, segundo o Exército), políticos eleitos (65,1 mil, segundo o Tribunal Superior Eleitoral) e caminhoneiros autônomos (900 mil, segundo entidade da classe).
A senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da CCJ do Senado, defende que o Senado vote também um projeto de 2017, do então senador Wilder Morais, que prevê que moradores da zona rural sejam autorizados a adquirir armas. Ele já passou por comissão e está pronto para ser votado no plenário da Casa.

Estatuto do Desarmamento

O senador Alessandro Vieira  pediu uma audiência pública com colecionadores, policiais e atiradores esportivos, a ser marcada em breve pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O texto do projeto deve ficar pronto nessa semana. Ele fala em um texto mais "moderno" para alterar o Estatuto do Desarmamento. Outro ponto que deve ser abordado são mecanismos para identificação de armas e projéteis para facilitar a apuração de crimes violentos, diz o parlamentar.
— Existem problemas objetivos (na lei atual). Hoje, existe uma burocracia muito grande para se fazer o registro de uma arma de fogo, e, por consequência, ter direito à posse em sua residência, no seu imóvel.
Na Câmara, o presidente da bancada da bala, Capitão Augusto (PR-SP), tenta convencer os colegas a rejeitar os projetos aprovados pelo Senado. Ele diz que terá reunião na terça-feira de manhã com Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) e Silas Câmara (PRB-AM), ambos deputados da bancada evangélica. Na semana passada, um líder do centrão disse ao GLOBO que "seria muito difícil" reverter a decisão do Senado.
— Estou distribuindo uma cartilha. Lá no Senado havia muitos parlamentares fazendo discurso sem conhecimento. Dizendo, por exemplo, que o porte de arma tinha sido liberado para todas as categorias, que o fuzil estava liberado, mas não é nada disso. Para evitar esse problema, fiz uma cartilha com perguntas e respostas, para facilitar o entendimento — diz Capitão Augusto.
Oglobo

“O próximo governador pode estar aqui entre nós”, diz Dino ao lado de Weverton, Brandão, Eliziane…



Durante o lançamento nesta segunda-feira (24) do Programa ‘Nosso Centro’, que é um conjunto de obras e ações para valorizar ainda mais a região central de São Luís em um investimento de mais de R$ 100 milhões, o governador Flávio Dino brincou e deu pistas de quem poderá ser o seu sucessor.

“Espero que o próximo governador ou governadora, que pode estar aqui entre nós, cumpra esse objetivo“, afirmou Dino.

Estavam presentes o vice-governador Carlos Brandão e o senador Weverton Rocha, prováveis candidatos ao governo em 2002. O presidente da Asssembleia, Othelino Neto não pôde comparecer. Além de Brandão e Weverton, na mesa estavam a senadora Eliziane Gama, o prefeito de São Luís, Edivaldo, o presidente da Câmara, Osmar Filho e deputados federais e estaduais

Johncutrim

STF adia julgamento de suspeição de Moro no caso Lula para semestre que vem


Lula
Foto: Miguel Schincariol/Agência O Globo
Parcialidade de Moro no caso Lula ficará para ser analisada pelo STF apenas no semestre que vem
Previsto para a próxima terça-feira (25), o julgamento da suspeição do ex-juiz e atual ministro da Justiça Sergio Moro, no caso do tríplex do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, será adiado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a coluna da Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo , o adiamento se dá a pedido do ministro Gilmar Mendes. 
Neste pedido de habeas corpus, a defesa de Lula alega que Moro foi parcial no julgamento do ex-presidente e, por isso, pede a anulação da setença proferida pelo então juiz ao petista. Porém, a presidente da Segunda Turma do STF, Cármen Lúcia, colocou o caso no último lugar da fila, o que poderia resultar em seu adiamento.
Segundo a coluna, o ministro Gilmar Mendes concluiu que não haveria tempo hábil para debater o caso de Moro , pois apenas o voto dele já tem mais de 40 páginas. Portanto, o ministro decidiu pelo adiamento da discussão, que ficará apenas para o semestre que vem, dado que o judiciário entrará em recesso durante o mês de julho.
Apesar disso, o Supremo ainda terá uma semana decisiva pela frente . Afinal, a corte vai encarar outra decisão importante: o julgamento das ações que questionam os decretos do presidente Jair Bolsonaro que flexibilizaram o porte e a posse de armas. 
No caso do decreto das armas, a situação é semelhante: é pouco provável que a votação seja concluída ainda neste semestre. Será a penúltima sessão da Corte antes do recesso de julho. Como já há outros processos pautados para as duas sessões seguintes, a tendência é que não haja tempo suficiente para os onze ministros votarem o tema, que deve voltar a ser analisado depois do recesso.
Os ministros estão divididos sobre o assunto. Alguns deles consideram prudente que a decisão sobre o assunto seja tomada primeiro pelo Congresso — ainda mais depois que o Senado derrubou o decreto e agora a Câmara fará sua análise. Outros entendem que o  STF  não deve abrir mão de seu papel de declarar a medida inconstitucional, se assim a compreender.
Do Ultimosegundo

Moro pede desculpas por “supostamente” chamar integrantes do MBL de tontos


Sérgio Moro pede desculpas aos “tontos” (ops!) – integrantes do MBL
Você já pediu desculpas por algo que não fez? Mas o ministro da Justiça, Sérgio Moro, pediu. Ou melhor, pelo que insiste que não sabe se fez ou não. Continua sempre impressionante a falta de memória de Moro sobre conversas relacionadas ao processo mais importante de sua carreira como juiz federal.
O MBL (Movimento Brasil Livre) divulgou neste domingo (23) áudio em que o ministro pede desculpas aos seus integrantes por mensagem trocada com integrantes da Operação Lava Jato em março de 2016, na qual os chama de tontos.
“Se de fato usei o termo, peço escusas, mas saibam que têm todo o meu respeito e sempre terão”, declarou Moro, segundo a gravação publicada no Youtube pelo deputado estadual Arthur Mamãe Falei (DEM-SP), do MBL.
Moro insiste na linha de defesa de ataque ao que chama de interceptações criminosas de suas conversas e dizer que não sabe exatamente se falou o que está sendo divulgado.
No diálogo, Moro pede que Deltan Dallagnol encontre uma forma de conter o MBL, que havia armado protesto em frente ao apartamento do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki, morto no ano seguinte.
“Nao.sei se vcs tem algum contato mas alguns tontos daquele movimento brasil livre foram fazer protesto na frente do condominio.do ministro”, digitou o então magistrado no Telegram. “Isso nao ajuda evidentemente”, escreveu o então juiz.
Clodoaldocorrea

Artigo de Flávio Dino: Governo feito por todos


Desde que o povo do Maranhão decidiu tomar nas mãos as rédeas de seu destino, a história do nosso estado tem sido traçada por ele mesmo - o povo -, de próprio punho.

É o que estamos vendo acontecer desde 2015, com o Orçamento Participativo. Em um processo aberto, os cidadãos são chamados a propor quais eles acham que devem ser prioridades para os gastos do governo na sua região.

Este ano, estamos realizando 35 audiências públicas. Nesses encontros, as pessoas podem propor quais obras e serviços consideram essenciais. Depois de apresentadas, as prioridades passam por votação presencial, durante as audiências, e pelo site participa.ma.gov.br.

É com esse formato de participação popular ativa que temos construído o orçamento de cada ano. E não só. Também assim são definidos os principais instrumentos de planejamento governamental: a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e, neste ano, o Plano Plurianual (PPA) para o período de 2020-2023.

Desde 2015, já registramos mais de 15 mil participantes nas audiências e cerca de 100 mil pessoas votaram para seleção das ações prioritárias. Ao final, tudo é consolidado e inserido nos projetos de lei enviados à Assembleia Legislativa, a quem cabe deliberar definitivamente.

A partir de escolhas do Orçamento Participativo, já foram construídas ou reformadas centenas de escolas, como o Centro de Ensino Amaral Raposo, em Imperatriz.  Também foi atendendo às demandas da população no Orçamento Participativo que fizemos os IEMAs de Cururupu e Santa Inês, bem como o novo campus da UEMA em São Bento, e abrimos vários hospitais regionais.

São obras levantadas com recursos públicos para servir ao povo. E que, por isso mesmo, pelo próprio povo devem ser escolhidas. O Maranhão tem um governo que é feito por todos e para todos. Como disse em meu discurso de posse lá em 2015, os Leões do Palácio não iriam mais rugir para a população. E é verdade, pois agora é o povo que está ocupando o Palácio

domingo, 23 de junho de 2019

Filho acusa Flordelis de envolvimento na morte do pastor


(Foto: Reprodução/Facebook)
(Foto: Reprodução/Facebook)
  • Em novo depoimento, filho de deputada e pastor diz que Flordelis e três irmãs estão envolvidas no crime
  • Rapaz afirma que ela colocava remédios na comida do pastor, e que fez “teatro” durante o velório de Anderson
Um dos filhos da deputada federal Flordelis (PSD-RJ) e do pastor Anderson do Carmo, assassinado no último domingo no portão de casa, em Niterói, revelou em depoimento que desconfia do envolvimento de Flordelis e outras três irmãs no crime.
Outros dois filhos de Anderson e da deputada, Flávio dos Santos, de 38, e Lucas dos Santos, de 18, permanecem presos. Flávio confessou ter dado 6 tiros no pastor, e apontou Lucas como responsável por comprar a pistola 9mm usada.
A oitiva do rapaz, que não teve o nome divulgado pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), aponta para a possibilidade de que o crime tenha sido cometido em família e disse que Lucas recebeu uma proposta de uma das irmãs para matar Anderson por R$ 10 mil.
O jovem ouvido revelou aos policiais ainda que ele não ouviu discussão, barulho de carro ou moto em fuga no dia do crime. Após os tiros, ele diz que encontrou o irmão Flávio ao lado de Anderson, que já estava caído. Segundo ele, após o crime, a namorada de Flávio entregou o celular de Anderson para a deputada Flordelis.

REMÉDIOS NA COMIDA

Ele aponta Flordelis, três irmãs, Lucas e Flávio como suspeitos de envolvimento no crime. De acordo com ele, a deputada disse a um de seus irmãos que “a hora de Anderson estava chegando” e que três filhas do casal e a própria deputada estariam colocando remédios na comida de Anderson, e que isso teria feito a saúde do pastor ficar comprometida.
Por fim, chamou de “teatro” o comportamento de Flordelis e dos suspeitos durante o velório de Anderson.
A Polícia Civil segue em busca dos aparelhos celulares de Anderson e de Flávio, que já foram requisitados, mas estão desaparecidos. Flordelis afirma não saber onde está o telefone do marido assassinado.
Deputada federal Flordelis durante enterro do marido, o pastor Anderson do Carmo de Souza, no Memorial Parque Nycteroy, em São Gonçalo. (Foto: José Lucena/Futura Press)
Deputada federal Flordelis durante enterro do marido, o pastor Anderson do Carmo de Souza, no Memorial Parque Nycteroy, em São Gonçalo. (Foto: José Lucena/Futura Press)

EDREDOM COM SANGUE

Na última terça-feira, pouco antes da vistoria de homens da perícia, objetos foram queimados no quintal da casa. A polícia recuperou o que havia sido incinerado para perícia, mas o que chamou atenção dos investigadores foi a presença de um edredom com manchas de sangue num dos quartos.
Investigadores da DH (Divisão de Homicídios) encontraram uma pistola 9mm no quarto de Flávio dos Santos Rodrigues, de 38 anos, filho biológico de Flordelis. Uma primeira perícia feita constatou que pistola foi usada na noite do crime.
No quarto de Flávio, os policiais encontraram uma pistola 9 milímetros, usada no dia do crime. À polícia, Flávio confessou que deu 6 tiros no pastor. No dia do homicídio, a polícia recolheu nove munições que estavam no local. Elas foram comparadas com as munições da arma apreendida no quarto de Flávio.
O principal motivo apontado pela polícia para o crime é que os dois descobriram uma relação extraconjugal de Anderson.

A EXECUÇÃO

Anderson foi executado com mais de 30 tiros de pistola nas costas, no peito, na genitália e nas pernas. Nada de valor foi levado da casa, o que fez a polícia descartar a hipótese de latrocínio. A maioria dos disparos foi feito à queima-roupa, mas a polícia técnica, não pode precisar o número exato de disparos.
O corpo do pastor Anderson do Carmo de Souza foi enterrado às 11h, no Memorial Parque Nicteroy, no bairro do Laranjal, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio. O pastor foi morto na madrugada deste domingo (16) após chegar em casa, na Rua Cruzeiro, em Pendotiba, Niterói, na companhia da mulher.
Os dois vinham de uma comemoração. Ao passarem pelo bairro de São Francisco, próximo a Pendotiba, suspeitaram de que o carro deles estava sendo seguido por duas motos. Em casa, segundo a parlamentar, o pastor disse que voltaria à garagem para pegar algo que tinha esquecido no carro. Neste momento, pessoas da família ouviram vários tiros.
Flordelis foi até a garagem e encontrou o marido baleado. Segundo vizinhos, os tiros foram disparados por volta das 3h30. O pastor chegou a ser levado ao Hospital Niterói D’Or, no bairro de Santa Rosa, mas não resistiu aos ferimentos. Muito emocionada, a deputada falou que foi mais um caso de violência, uma tentativa de assalto frustrada.
“Eu só fui dar um passeio com meu marido e mais nada, gente. Só um passeio, que acabou dessa forma e perdendo a vida para tentar proteger a casa e proteger a família. Ele tentou foi evitar que, infelizmente abriu o portão da garagem, ele tentou evitar que eles entrassem dentro da casa. Ele sacrificou a vida dele para proteger a família”, disse a viúva bastante emocionada.
Do Yahoo

sábado, 22 de junho de 2019

Thalles, jogador do Vasco, morre em acidente de moto no Rio

thalles
Reprodução/Instagram
No momento do acidente, segundo testemunhas, Thalles estaria voltando de um baile funk na comunidade da Cerâmica
O jogador Thalles Lima de Conceição Penha, do Vasco, morreu na manhã deste sábado (22) após um acidente de moto na Avenida Almirante Pena Boto, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio de Janeiro . A colisão, segundo informações divulgadas pela TV Globo , deixou outra pessoa morta e mais três feridas.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu depois que duas motos colidiram e atropelaram outras pessoas. Testemunhas afirmam que o jogador de 24 anos estaria voltando de um baile funk na comunidade da Cerâmica.
As quatro vítimas, ainda de acordo com a TV Globo , foram levadas para o Hospital Estadual Alberto Torres. Thalles e mais uma pessoa, cuja identificação ainda não foi divulgada, não resistiram.

Em nota, o Vasco lamentou a morte de Thalles . "Ainda chocados com a notícia do acidente, lamentamos profundamente o falecimento do atacante Thalles Lima de Conceição Penha. 
Desejamos muita força aos familiares e amigos neste momento difícil", escreveu o perfil oficial do clube no Twitter.

Atlético-MG , em resposta à postagem do clube carioca, também prestou suas homenagens. "Lamentanos profundamente o falecimento do Thalles e manifestamos nossa solidariedade aos familiares e amigos do atleta. #ForçaVasco", publicaram os mineiros.
Thalles foi jogador da base do Vasco e ascendeu ao time principal em 2013. Desde então, disputou 154 jogos pelo clube carioca, marcando 36 gols. No ano passado, foi emprestado ao ao japonês Albirex Niigata, onde fez 41 partidas e seis gols, e cedido à Ponte Preta logo depois , em janeiro deste ano.
Do Ig


sexta-feira, 21 de junho de 2019

Dodge questiona vazamentos e se manifesta contra soltura de Lula


A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, encaminhou nesta sexta-feira (21) ao STF (Supremo Tribunal Federal) parecer contrário ao pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para anular sua condenação no caso do tríplex de Guarujá.
Diálogos divulgados pelo site The Intercept Brasil envolvendo a atuação do ex-juiz e hoje ministro Sergio Moro (Justiça) fizeram a Segunda Turma do Supremo desengavetar um pedido de Lula pela anulação do processo que levou o petista à prisão em abril do ano passado.
A solicitação foi feita sob o argumento de que Moro não foi imparcial na análise do caso. O pedido foi reforçado por petição apresentada no dia 13 pela defesa de Lula. Eles dizem que as conversas de Moro e Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato, revelam “completo rompimento da imparcialidade” do ex-juiz.
A ação está na pauta do STF de terça-feira (25), mas, conforme informou a coluna de Mônica Bergamo, na Folha, há possibilidade de adiamento. A decisão deve ser tomada durante a sessão.