.

.
.

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Pesquisa BTG/Nexus: vantagem de Flávio é mínima; Lula cresce

 


Vantagem do candidato do PL caiu de 2,8 para 0,6 ponto percentual em seis dias. Os dois estão tecnicamente empatados a menos de uma semana da votação.

A vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Lula (PT) caiu de 2,8 para 0,6 ponto percentual em seis dias, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (19). Flávio aparece com 46,5% das intenções de voto, contra 45,9% de Lula. Os dois estão tecnicamente empatados, considerada a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Na comparação com a rodada anterior, divulgada em 13 de outubro, Flávio oscilou de 47,9% para 46,5%, enquanto Lula passou de 45,1% para 45,9%. As variações individuais ficaram dentro da margem de erro. O segundo turno da eleição presidencial está marcado para domingo (25).

A seis dias da eleição, Lula encosta em Flávio Bolsonaro, segundo pesquisa BTG/Nexus

A seis dias da eleição, Lula encosta em Flávio Bolsonaro, segundo pesquisa BTG/NexusArte Congresso em Foco

Nos votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, o candidato do PL tem 50,3%, ante 49,7% do petista. Na pesquisa anterior, os percentuais eram de 51,6% e 48,4%, respectivamente. Já na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, os dois registram exatamente 44,5%.

O levantamento ouviu 2.002 eleitores por telefone entre 16 e 18 de outubro. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04499/2026.

Expectativa de vitória de Flávio diminui

Embora estejam tecnicamente empatados nas intenções de voto, Flávio continua sendo considerado o provável vencedor pela maioria dos entrevistados. A percepção de que o senador ganhará a eleição, porém, diminuiu de 58,7% para 53,7% desde a rodada anterior. No mesmo período, o percentual dos que apostam na vitória de Lula subiu de 36,2% para 39,2%.

A pesquisa também mostra que 90,9% dos eleitores afirmam já ter tomado uma decisão definitiva de voto, ante 92,4% na semana anterior. Outros 8,4% admitem mudar de candidato até domingo. Entre os eleitores de Flávio, 94,5% dizem que não mudarão de escolha. No caso de Lula, são 94%.

Os dois candidatos mantêm quase integralmente o apoio de quem declarou ter votado neles no primeiro turno. Flávio conserva 97,8% de seus eleitores e Lula, 97,4%. Entre os que votaram em outros presidenciáveis, o senador leva vantagem: 50,5% declaram intenção de votar nele, contra 32,4% no petista. Outros 15% pretendem votar em branco ou anular o voto.

Flávio recua entre beneficiários do Bolsa Família

A pesquisa registra uma queda numérica no apoio a Flávio entre beneficiários do Bolsa Família. Nesse grupo, o senador passou de 33,5% para 29,2% em seis dias, recuo de 4,3 pontos percentuais. Entre os que não recebem o benefício, a intenção de voto nele passou de 52,1% para 49,5%, redução de 2,6 pontos.

Os números não permitem afirmar que as variações sejam estatisticamente significativas, porque o levantamento não informa a margem de erro específica desses grupos. Tampouco é possível determinar, apenas com os dados disponíveis, em qual segmento do eleitorado o candidato perdeu mais apoio.

Na distribuição regional, Lula lidera no Nordeste, com 66,2% das intenções de voto, contra 27,9% de Flávio. O senador tem vantagem no Sul (61% a 31,4%), no Norte/Centro-Oeste (56,8% a 39,3%) e no Sudeste (49,2% a 40,8%).

O presidente também aparece à frente nas capitais, com 50,9% a 44,1%. Flávio lidera no interior, por 48,2% a 44,5%.

Mulheres e evangélicos dividem os eleitorados

O recorte por sexo mostra uma diferença expressiva. Lula tem 52,6% das intenções de voto entre as mulheres, contra 40,1% de Flávio. Entre os homens, a vantagem é do senador, com 53,7%, ante 38,3% do presidente.

O petista também lidera entre os jovens de 16 a 24 anos (52,8% a 36,2%) e entre os eleitores com renda familiar de até um salário mínimo (59% a 31,4%). Flávio aparece à frente na faixa de 25 a 40 anos (54,3% a 39,6%) e entre os que ganham mais de cinco salários mínimos (56,9% a 38,9%).

A religião é outro fator de diferenciação. Entre os evangélicos, Flávio tem 62,1%, contra 31,6% de Lula. Entre os católicos, a situação se inverte: o presidente registra 52,7%, ante 42,4% do senador.

Rejeição de Lula e Flávio fica abaixo de 50%

A rejeição aos dois candidatos é semelhante. Lula é rejeitado por 47,8% dos entrevistados, que afirmam não votar nele de jeito nenhum. Flávio tem rejeição de 46,8%. Na semana anterior, o índice do petista era de 50,6%.

Entre os eleitores de Lula, 80,2% justificam o voto por considerá-lo o melhor candidato, enquanto 12% dizem escolhê-lo apenas para derrotar Flávio. Entre os apoiadores do senador, 72,1% afirmam que ele é a melhor opção e 21% declaram votar nele para impedir a vitória de Lula.

O levantamento também mostra que a avaliação negativa do governo supera a positiva. Para 42,9%, a administração Lula é ruim ou péssima, enquanto 32,4% a consideram ótima ou boa. Outros 23,6% classificam o desempenho como regular.

domingo, 18 de outubro de 2026

Jovem de 22 anos é vítima de feminicídio no interior do Maranhão

 

Uma jovem identificada como Clara Santana, de 22 anos, foi vítima de feminicídio na tarde deste domingo (18), no bairro Vila da Paz, em Bacabal, no Maranhão. O companheiro da vítima é apontado como suspeito do crime.

O caso ocorreu na residência onde a jovem morava. Segundo as informações iniciais, Clara sofreu um grave ferimento no pescoço e morreu ainda no local.

Durante os procedimentos na residência, a polícia encontrou duas facas, que deverão ser apresentadas às autoridades responsáveis pela investigação para análise e apuração das circunstâncias do crime.

O suspeito foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e encaminhado ao hospital. Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre seu estado de saúde.

De acordo com relatos de pessoas próximas ao casal, os dois viviam um relacionamento conturbado. Essa informação deverá ser apurada no decorrer das investigações.

As autoridades trabalham para esclarecer a dinâmica do crime e as circunstâncias que levaram à morte da jovem.

Pesquisa Vox diz que Lula cresceu e Flávio caiu; veja os números

 

Levantamento ouviu 2.100 eleitores de 15 a 17 de outubro; margem de erro é de 2,15 pontos percentuais...

PODER 360 - Pesquisa Vox Brasil divulgada neste domingo (18.out.2026) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL). Enquanto o petista registra 51% dos votos válidos, o congressista tem 49%. Os 2 candidatos estão empatados dentro da margem de erro....

O levantamento entrevistou 2.100 eleitores de todo o Brasil de 15 a 17 de outubro. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-04332/2026. Custou R$ 50.000. Foi paga com recursos próprios.

INSCREVA-SE Em relação à rejeição, Lula e Flávio Bolsonaro estão numericamente empatados. Os dois têm 45,3% de eleitores que afirmam que não votariam neles “de jeito nenhum”. 

CHANCE DE VENCER O levantamento também perguntou aos eleitores quem tem mais chances de vencer a eleição presidencial no 2º turno. Para 46,9%, Lula será o vencedor, enquanto 41,6% acreditam na vitória de Flávio Bolsonaro.


sexta-feira, 16 de outubro de 2026

DNOCS prevê colocar em operação nova válvula da barragem do Rio Flores em até 20 dias

 


O Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) prevê que a nova válvula da barragem do Rio Flores esteja em condições de operação em aproximadamente 20 dias. A previsão foi apresentada durante uma visita técnica realizada nesta sexta-feira (16), com a participação da prefeita de Pedreiras, Vanessa Maia, do secretário municipalista Fred Maia e de representantes do órgão federal.

Os trabalhos incluem a recuperação da estrutura de concreto da tomada d’água e a instalação de uma nova válvula, que substituirá o equipamento antigo, utilizado há mais de 30 anos. O novo sistema contará com sensores e tecnologia de operação remota, permitindo controlar a abertura e o fechamento da válvula à distância.

Após a instalação, serão realizados testes e ajustes técnicos para definir as vazões adequadas. A modernização busca melhorar o controle do fluxo do Rio Flores, que abastece o Rio Mearim e tem importância para o fornecimento de água em municípios como Pedreiras, Trizidela do Vale, São Luís Gonzaga do Maranhão e Bacabal.

Durante a visita, a prefeita Vanessa Maia destacou a importância da obra e pediu que a população evite o desperdício de água enquanto persistem as dificuldades no abastecimento. Segundo ela, a gestão municipal também busca alternativas para reduzir os impactos da estiagem.

O secretário Fred Maia ressaltou que acompanha a situação da barragem há cerca de 30 anos e considerou a substituição da válvula uma medida importante para a região. Ele informou ainda que a captação de água pela Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) está aproximadamente 40% abaixo da capacidade habitual.

Para amenizar os efeitos da redução no abastecimento, a Prefeitura de Pedreiras disponibiliza cinco carros-pipa, enquanto a Caema também mantém um veículo para atender a população.

Até que os serviços sejam concluídos e o equipamento passe pelos testes necessários, as autoridades reforçam a importância do uso consciente da água. A expectativa é que a nova válvula proporcione maior segurança operacional e melhore as condições de controle da vazão do Rio Flores, beneficiando os municípios atendidos pelo sistema. As informações são do blog do Ricardo Farias.

Lula cresce, tira vantagem de Flávio Bolsonaro e empata em 50% no segundo turno, diz PoderData/Aya

 

Pesquisa mostra recuperação do presidente, que eliminou diferença de seis pontos percentuais em duas semanas; disputa está empatada a nove dias da eleição

lula-flavio-bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recuperou terreno na corrida presidencial e alcançou o senador Flávio Bolsonaro (PL) nas intenções de voto para o segundo turno das eleições de 2026. Os dois candidatos aparecem com 50% dos votos válidos, segundo levantamento PoderData/Aya divulgado nesta sexta-feira (16), a nove dias da votação marcada para 25 de outubro.

A recuperação de Lula ocorre após um período de crescimento de Flávio Bolsonaro, que terminou o primeiro turno à frente do presidente. Na votação inicial, o senador recebeu 47,03% dos votos, enquanto o petista conquistou 45,16%, uma diferença de 1,87 ponto percentual.

Desde então, o desempenho dos candidatos nas pesquisas passou por uma inversão de tendência. Enquanto Lula ampliou suas intenções de voto, Flávio perdeu parte da vantagem conquistada após a primeira votação. O empate registrado agora indica que nenhum dos dois candidatos chega à reta final da disputa com favoritismo consolidado nas intenções de voto.

A recuperação do presidente coincide com uma intensificação da mobilização de sua campanha e com a aprovação de uma das principais propostas defendidas pelo campo progressista: o fim da escala de trabalho 6×1.

Na quarta-feira (14), o Congresso Nacional concluiu a aprovação da mudança para a escala 5×2, garantindo dois dias de descanso semanal aos trabalhadores. Parte das entrevistas da nova pesquisa foi realizada depois dessa decisão, o que significa que o levantamento já captou parcialmente o cenário político posterior à aprovação da medida.

A proposta havia sido incorporada à campanha de Lula e colocou a oposição diante de uma pauta com forte apelo entre os trabalhadores. O próprio Flávio Bolsonaro votou favoravelmente à mudança.

Outro movimento do presidente ocorreu na quinta-feira (15), quando prometeu implementar a gratuidade dos ônibus urbanos em todo o país aos fins de semana, caso seja reeleito.

A campanha petista passou a combinar essas iniciativas com a defesa de medidas de impacto direto sobre o cotidiano da população, buscando ampliar a participação de seus apoiadores e recuperar eleitores na reta final do segundo turno.

Flávio ainda é visto como favorito por 51% dos eleitores

Apesar do empate nas intenções de voto, Flávio Bolsonaro mantém vantagem quando os entrevistados são questionados sobre quem acreditam que vencerá a eleição.

Segundo o PoderData/Aya, 51% dos eleitores consideram que o senador tem mais chances de conquistar a Presidência, enquanto 42% apontam Lula como o provável vencedor.

Após o primeiro turno, Flávio concentrou parte de sua agenda em reuniões com lideranças políticas e negociações para ampliar sua base de apoio. Entre os grupos considerados relevantes para essa articulação estão os eleitores de Ronaldo Caiado e Romeu Zema, que ficaram fora da disputa final.

A campanha do senador também prepara uma demonstração pública de força para o domingo (18), com um ato na Avenida Paulista, em São Paulo. A manifestação deverá ser um dos principais eventos organizados pelo PL nesta etapa da eleição.

Lula lidera entre mulheres; Flávio tem vantagem no Sul e no Centro-Oeste

Os recortes demográficos da pesquisa revelam diferenças importantes na distribuição do apoio aos candidatos.

O senador, por sua vez, apresenta seus melhores desempenhos regionais no Sul e no Centro-Oeste. Na região Sul, Flávio alcança 57% das intenções de voto, enquanto no Centro-Oeste registra 54%.

Esses resultados evidenciam a importância da distribuição regional e demográfica dos votos para o desfecho da eleição. A vantagem de Lula entre as mulheres contrasta com a força eleitoral de Flávio em regiões nas quais o campo bolsonarista apresenta maior desempenho.

Rejeição de Lula permanece em 46% e a de Flávio chega a 45%

O levantamento também avaliou o potencial de voto e a rejeição dos dois presidenciáveis, indicadores relevantes para compreender as possibilidades de crescimento de cada candidatura.

Entre os entrevistados, 44% afirmam que Lula é o único candidato em quem votariam. O percentual representa um avanço de dois pontos em relação à pesquisa realizada três dias antes, quando esse grupo correspondia a 42%.

A rejeição ao presidente, entretanto, permanece estável. Segundo o levantamento, 46% dos eleitores dizem que não votariam nele de jeito nenhum, índice que não se alterou desde o primeiro turno.

No caso de Flávio Bolsonaro, a rejeição passou de 44% para 45% em três dias, uma oscilação de um ponto percentual.

Os números mostram que ambos enfrentam resistência de parcelas expressivas do eleitorado. No segundo turno, esse indicador ganha importância porque os eleitores que apoiaram outros candidatos precisam decidir entre os dois concorrentes restantes, votar em branco, anular o voto ou se abster.

Aprovação do governo Lula segue dividida

A pesquisa também mediu a percepção dos brasileiros sobre o desempenho do presidente e de sua administração.

De acordo com os resultados, 47% dos entrevistados desaprovam o trabalho pessoal de Lula, enquanto 46% aprovam sua atuação. Outros 7% não souberam responder.

Quando a pergunta se refere especificamente ao governo federal, a avaliação é um pouco mais negativa: 49% desaprovam a administração petista, contra 46% que a aprovam. Outros 5% não apresentaram resposta.

Os resultados indicam um eleitorado dividido também em relação à gestão federal. Embora Lula tenha avançado nas intenções de voto para o segundo turno, a avaliação de seu governo continua apresentando índices de desaprovação ligeiramente superiores aos de aprovação.

Pesquisa ouviu 3 mil eleitores em 644 municípios

O levantamento PoderData/Aya foi realizado entre os dias 13 e 15 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas com eleitores de todas as unidades da Federação.

Ao todo, foram entrevistadas 3 mil pessoas em 644 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. A pesquisa apresenta margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%.

A coleta de dados foi feita por meio de ligações para telefones celulares e fixos, utilizando um sistema automatizado no qual os entrevistados respondem às perguntas pelo teclado do aparelho.

A amostra considera critérios de sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, com o objetivo de reproduzir proporcionalmente a composição da população brasileira.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04258/2026.

Brandão oficializa equipe de transição e nomeia indicados de Braide

 


O governador Carlos Brandão (MDB) oficializou a equipe que conduzirá a transição de governo com Eduardo Braide (PSD). O decreto e a portaria com os nomes foram publicados no Diário Oficial desta quinta-feira (15).

A atual gestão terá representantes de 12 órgãos estaduais, incluindo Fazenda, Planejamento, Saúde, Educação e Infraestrutura. A coordenação ficará com a Secretaria Geral da Governadoria.

Pelo lado de Braide, a equipe será coordenada por Anna Caroline Marques Pinheiro Salgado e contará com Simão Cirineu, José de Jesus Azzolini, David Col Debella, Silvana Carla Costa dos Santos e Manuella Oliveira Fernandes.

A comissão terá acesso às contas públicas, programas e projetos do Estado. O decreto também proíbe a eliminação de documentos públicos até a posse do governador eleito e determina prioridade no fornecimento das informações solicitadas.

Equipe transição

Luis Fernando Moura da Silva, da Secretaria Geral da Governadoria; Aline Ribeiro Duailibe Barros, do Planejamento e Orçamento; Pedro Carvalho Chagas, do Meio Ambiente; Aparício Bandeira Filho, da Infraestrutura; Jandira Dias Araújo Silva, da Educação; e Liliane Neves Carvalho, da Saúde, Jeonys Caldas Carvalho Aguiar, do Governo; Marcellus Ribeiro Alves, da Fazenda; Guilberth Marinho Garcês, da Administração; Denilson Souza dos Reis Almeida, da Procuradoria-Geral do Estado; Alberto Pessoa Bastos, das Cidades; e Raul Cancian Mochel, da Transparência.

A Secretaria Geral da Governadoria coordenará o núcleo responsável por reunir as informações da administração estadual. DoSegundaOpinião

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Datafolha mostra Flávio com 51% e Lula com 49% no 2º turno; na pesquisa anterior Flávio tinha 52%, Lula 48%

 

Flávio

A nova pesquisa Datafolha sobre o segundo turno da eleição presidencial, divulgada nesta quinta-feira (15), mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula (PT). O resultado configura empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

No levantamento anterior, divulgado em 8 de outubro, Flávio tinha 52% dos votos válidos e Lula, 48%. Agora, Flávio oscilou um ponto para baixo e Lula, um ponto para cima, reduzindo de quatro para dois pontos a distância entre os candidatos.

Considerando os votos totais, Flávio aparece com 47%, enquanto Lula registra 45%. Brancos e nulos somam 6%, e 2% dos entrevistados estão indecisos.

Na rodada anterior, os números totais eram de 49% para Flávio, 45% para Lula, 5% de brancos e nulos e 1% de indecisos. Assim, Flávio recuou dois pontos nesse indicador, enquanto Lula permaneceu estável.

Onde cada candidato se destaca

Flávio Bolsonaro tem vantagem entre os evangélicos, com 62% contra 29% de Lula, e entre os eleitores da região Sul, com 57% ante 35%. No Sudeste, o senador registra 51%, contra 41% do presidente.

O candidato do PL também lidera entre quem recebe de dois a cinco salários mínimos, com 55% contra 40% de Lula, e entre os homens, por 52% a 40%.

Lula, por sua vez, aparece à frente no Nordeste, com 61% contra 32%, entre os eleitores com ensino fundamental, com 56% a 36%, e entre aqueles que ganham até dois salários mínimos, com 53% a 38%.

O presidente também tem vantagem entre os católicos, por 52% a 42%, e entre as mulheres, por 49% a 40%. Todos os percentuais por segmento se referem aos votos totais. TimesBrasil

NOVA PESQUISA – Indexa/Broadcast: Flávio tem 51% dos votos válidos, ante 49% de Lula no 2º turno

O instituto Indexa, em parceria com o Broadcast, divulgou nesta quinta-feira (15) uma pesquisa com as intenções de voto para presidente da República nas eleições 2026. Flávio Bolsonaro (PL) soma 51% e Lula (PT) 49% dos votos válidos. Confira abaixo o resultado dos candidatos por cada região brasileira.

Flávio 2 pontos à frente de Lula:  (Foto: g1)

A 10 dias da votação decisiva, 87% dos entrevistados pelo Indexa/Broadcast responderam que não mudam mais a escolha sobre o candidato a presidente; outros 11% dizem que podem mudar o voto e 2% não souberam ou não opinaram.

Pesquisa Indexa/Broadcast para presidente da República em 2026

A Indexa fez um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes dos candidatos) para o segundo turno.

Cenário estimulado – votos totais
Flávio Bolsonaro (PL): 44%
Lula (PT): 42%
Não iria votar: 8%
Branco/nulo: 4%
Indeciso/não sabe: 2%

Metodologia:

2.000 entrevistados pela Indexa em 13 e 14 de outubro de 2026. A pesquisa foi contratada pela Agência Estado S.A. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,2 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-04629/2026.

(Fonte Gazeta do Povo)

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Senado aprova fim da escala 6x1 e redução da jornada de trabalho

 


Em uma decisão histórica, o plenário do Senado Federal aprovou na noite desta quarta-feira (14), em votação em dois turnos, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 221/2019, que põe fim à escala 6x1 de trabalho, aquela em que o empregado trabalha seis dias por um de folga na semana.

Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.

O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a  77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.  

O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5x2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.

A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.

Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5x2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

"Eu tenho certeza que, desde a Constituinte de 1988, esta é a maior conquista dos trabalhadores brasileiros", afirmou o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa.

Ele manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.

A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.    

Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

Brasília – DF – 14/10/2026 - Sessão do Senado que votou o fim da escala 6X1. Lula Marques/Agência Brasil.
Brasília-DF - 14/10/2026 - Sessão do Senado que votou o fim da escala 6X1. Foto: Lula Marques/Agência Brasil.

Debate em plenário

A sessão deliberativa começou pouco depois das 14h e se estendeu até por volta das 22h, quando o resultado da votação foi revelado. Praticamente todos os senadores que subiram à tribuna se declararam favoráveis à proposta, mesmo com críticas pontuais.

"Estamos escrevendo este capítulo ao lado de cada trabalhador que acorda antes do sol nascer, de cada mãe e cada pai que querem acompanhar o crescimento de seus filhos, de quem deseja estudar, cuidar da saúde, encontrar os amigos, estar com a família ou descansar", afirmou a senadora Tereza Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado.

"A jornada de 44 horas semanais vigora desde a Constituição de 1988 e não reflete mais a realidade do mundo do trabalho, profundamente transformado pela tecnologia, pela automação, por novas normas e formas de organização produtiva", comentou o senador Eduardo Braga (MDB-AM).

Citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora Leany Lemos (PSD-DF) destacou que 36,2 milhões de vínculos de trabalho com carteira assinada possuem jornada contratada superior a 40 horas semanais no Brasil, o que equivale a praticamente 80% dos vínculos celetistas analisados.

"Ou seja, somente 20% dos trabalhadores formalizados no país não trabalham na jornada 6x1. Esses dados permitem dimensionar o alcance da redução da jornada e identificar os setores mais afetados", pontuou.

Em seu pronunciamento em plenário, o senador Paulo Paim (PT-RS) disse que não tinha como conter a emoção.

"Quando eu olho para trás, para 30, 40, 50 anos, eu me sinto aqui, agora, um menino negro e pobre que esperou 50 anos para este momento acontecer. Quem operou, trabalhou, em fundições, em fábricas, em marcenarias, em fábricas de barro e de vasos, como eu e tantos trabalhadores, sabe que este momento é especial", afirmou.

Mesmo favorável à PEC, o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) alertou sobre os riscos de a medida aumentar o custo do trabalho e causar impactos a micro e pequenas empresas, que contratam boa parte da força de trabalho que atua na escala 6x1.

"Não podemos permitir que essa conquista se torne, a médio e longo prazos, em prejuízo para quem queremos proteger", observou. Apesar de, ao longo do debate, ter sido contrário à proposta, o Partido Liberal (PL) liberou a bancada para a votação. 

Empresário, o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) informou já ter eliminado a escala 6x1 em suas empresas, o que ampliou a oferta de mão-de-obra e aumento da produtividade.

"A única maneira que nós encontramos de resolver a falta de mão-de-obra, que há muitos anos assola esse país, não é de agora, foi flexibilizar o fim dessa jornada, que nas nossas empresas acontece há mais de 5 anos", disse o parlamentar. 

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único a votar contra a proposta. 

Durante discurso na tribuna do Senado, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, criticou a ausência dos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN) na sessão destinada à votação da proposta. 

"Eu olho para o painel do Senado e ainda não vejo a presença do senador Flávio Bolsonaro, nem do coordenador de campanha dele, o senador Rogério Marinho. Eles haviam dito primeiro que eram contra [o projeto]. Diziam eles que era eleitoreiro, mas mudaram de posição", afirmou.  

Flávio cumpriu agenda de campanha no Rio Grande do Sul ao longo do dia, mas registrou a presença em plenário para votar a matéria de forma remota. No painel de votação, Flávio Bolsonaro registrou voto favorável à PEC. Marinho não registrou presença na votação, constando como ausente.

Milhões de beneficiados

Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), elaborada com base em dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), apontou que 80% dos vínculos com jornadas superiores a 40 horas semanais tinham salários contratuais de até dois salários mínimos (atualmente em R$ 3.242). O percentual chegava a 90% quando considerado o limite de três salários mínimos (R$ 4.863).

Os vínculos com contratos de até 40 horas semanais registravam remuneração mensal média de R$ 6.211,16. Já os trabalhadores contratados para jornadas de 44 horas recebiam, em média, cerca de 42,3% desse valor, ou seja, cerca de R$ 2.627,32.

A escolaridade também aparece associada à duração da jornada. Mais de 83% dos vínculos de trabalhadores com ensino médio completo ou escolaridade inferior tinham jornadas superiores a 40 horas semanais. Entre aqueles com ensino superior completo, a proporção era de 53%.

Uma outra pesquisa apontou que o fim da escala 6x1 e a redução da jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais deve beneficiar 26,8 milhões de trabalhadores. O número reúne 22 milhões de trabalhadores formais, o equivalente a 54% dos empregados com carteira assinada, e aproximadamente 4,8 milhões de trabalhadores informais que atualmente cumprem jornadas superiores a 40 horas por semana.

Os dados são de um levantamento do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), elaborado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, referente a 2025. Segundo o estudo, mais da metade dos trabalhadores formais brasileiros ainda trabalham acima da jornada de 40 horas semanais. AgênciaBrasil

TRF-1 recebe ação contra Josimar Maranhãozinho por exploração ilegal de madeira em terra indígena

 

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) recebeu, nesta quarta-feira (14), uma ação penal contra o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA) por suspeita de envolvimento em um esquema de retirada ilegal de madeira da Reserva Indígena Alto Turiaçu, no Maranhão.

A decisão de encaminhar o caso ao TRF-1 foi assinada pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, que determinou o retorno dos autos tribunal, após acolher manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo a magistrada, o STF não tem competência pra julgar o caso.

Sobre as investigações

O caso apura suspeitas de furto qualificado e associação criminosa em fatos que teriam ocorrido em setembro de 2012, quando Josimar era prefeito de Maranhãozinho, município do interior do estado.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), uma operação realizada por equipes da Força Nacional, da Polícia Federal e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) identificou pessoas transportando madeira retirada da reserva indígena sem a documentação necessária.

A investigação também apontou a existência de cancelas em estradas de acesso à área, onde vigilantes cobrariam valores para permitir a passagem. Conforme a denúncia, o esquema teria como objetivo viabilizar a retirada de madeira da reserva.

Josimar foi apontado entre os denunciados. Em depoimento à polícia, ele afirmou que havia sancionado uma lei municipal que proibia o tráfego de caminhões com cargas acima de sete toneladas nas estradas municipais. Segundo sua versão, a fiscalização da norma ficou sob responsabilidade de sua irmã, que ocupava uma secretaria municipal.

Por que o processo voltou ao TRF-1?

O processo foi encaminhado ao STF porque Josimar ocupa atualmente o cargo de deputado federal, apesar do parlamentar estar condenado à prisão (em regime semiaberto) por desvios de emendas parlamentares. A cassação do mandato, no entanto, ainda não aconteceu porque não foi pautado para votação pelo presidente da Câmara, Hugo Motta.

A PGR defendeu que o Supremo não tinha competência para julgar o caso, já que os fatos investigados teriam ocorrido quando o parlamentar exercia o mandato de prefeito e não estariam relacionados ao exercício da função de deputado federal. Cármen Lúcia acolheu o entendimento.

Com a decisão, o processo retornou ao TRF-1, que deverá dar prosseguimento à análise do caso.

Do Imirante.com

Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro

 


A primeira pesquisa Quaest sobre o segundo turno da eleição presidencial de 2026, divulgada nesta quarta-feira (14), aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O parlamentar registra 46% das intenções de voto, enquanto o petista alcança 44%, uma diferença de dois pontos percentuais. O instituto entrevistou 2.154 eleitores e estabeleceu uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, o que coloca os dois candidatos em situação de igualdade estatística.

O levantamento, encomendado pela TV Globo e pelo jornal O Globo, também mostra que 9% dos entrevistados pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas. Outros 1% ainda não decidiram em quem votar. A pesquisa apresenta o primeiro retrato da disputa presidencial elaborado pela Quaest após a votação de 4 de outubro.

Confira os resultados da pesquisa Quaest para o segundo turno

  • Flávio Bolsonaro (PL): 46%
  • Lula (PT): 44%
  • Brancos, nulos ou não vão votar: 9%
  • Indecisos: 1%

Embora Flávio Bolsonaro apareça numericamente à frente, o intervalo de variação da pesquisa não permite apontar uma vantagem estatisticamente significativa sobre Lula.

Considerando a margem de erro, o percentual do senador pode variar de 44% a 48%, enquanto o índice do presidente pode oscilar entre 42% e 46%. Os intervalos se sobrepõem, o que caracteriza o empate técnico.

A diferença entre os candidatos indica um cenário de disputa próxima a menos de duas semanas da votação, marcada para 25 de outubro. O levantamento também identifica uma parcela de eleitores que ainda não declarou apoio a nenhum dos concorrentes.

Disputa presidencial chega à reta final após primeiro turno

Os brasileiros voltarão às urnas em 25 de outubro para escolher o próximo presidente da República. A votação ocorre após o primeiro turno, realizado em 4 de outubro, quando nenhum dos candidatos alcançou a maioria absoluta dos votos válidos.

Na primeira etapa da eleição, Flávio Bolsonaro recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula conquistou 45,16%. A diferença entre os dois foi de 1,87 ponto percentual, resultado que levou a disputa para uma nova rodada de votação. 

Metodologia e registro da pesquisa eleitoral

A Quaest realizou 2.154 entrevistas com pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de outubro. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O instituto registrou a pesquisa na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026, conforme as exigências aplicáveis aos levantamentos de intenção de voto durante o período eleitoral. Do247

Delegado regional de Barra do Corda é afastado por 90 dias após denúncia anônima

 

Brito Júnior foi afastado das funções por 90 dias durante uma operação realizada na manhã desta quarta-feira (14), em Grajaú — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O delegado Brito Júnior, responsável pela Delegacia Regional de Barra do Corda, foi afastado das funções por 90 dias durante uma operação realizada na manhã desta quarta-feira (14), em Grajaú e Barra do Corda, no Maranhão. A ação cumpriu quatro mandados de busca e apreensão, inclusive em duas delegacias.

Segundo a delegada Katherine Chaves, superintendente estadual de Prevenção e Combate à Corrupção, a investigação começou após uma denúncia anônima e apura fatos relacionados ao exercício das funções na Delegacia de Grajaú. O motivo específico da investigação não foi divulgado porque o caso está sob segredo de Justiça.

Arma de fogo e munições foram encontradas em um sítio pertencente ao pai do delegado investigado — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Além de Brito Júnior, foram afastados um investigador de polícia, um guarda municipal que presta serviço na delegacia e um funcionário administrativo, todos vinculados à unidade de Grajaú.

Durante a operação, os agentes apreenderam celulares e computadores. Além do afastamento, Brito Júnior teve sua arma recolhida e ficou proibido de se aproximar da delegacia e dos policiais investigados.

Em Barra do Corda, os policiais fizeram buscas na Delegacia Regional e na residência de Brito Júnior. Já em Grajaú, as equipes estiveram na delegacia e em um sítio pertencente ao pai do delegado.

No sítio, os policiais encontraram uma arma de fogo e munições. Um caseiro que trabalha no local e também exerce atividades na delegacia, identificado como Charles Aminde Silveira dos Santos, foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.

Em nota, o delegado Brito Júnior afirmou que aguarda acesso à investigação. Segundo ele, o pedido já foi feito, mas negado. O delegado também alegou que houve cerceamento do direito de defesa.

De acordo com Katherine Chaves, a denúncia anônima foi encaminhada ao Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público do Maranhão, que solicitou a abertura da investigação.

Durante o afastamento de Brito Júnior, o delegado Eduardo Galvão, titular do 1º Distrito Policial de Barra do Corda, assumirá interinamente a Delegacia Regional para garantir a continuidade dos serviços.


O que diz o delegado?


O delegado Brito Júnior se pronunciou nesta quarta-feira (14) sobre o caso. Em um vídeo, ele afirmou que não foi preso, disse que ainda não teve acesso aos autos da investigação e levantou a possibilidade de ser alvo de perseguição.

Segundo Brito Júnior, ele respeita a decisão judicial, mas contestou as circunstâncias do caso. Para ele, os fatos investigados já teriam sido justificados e comprovados, embora ainda não tenha conseguido consultar o conteúdo da apuração.

O delegado afirmou que procuraria seu advogado para tratar do caso e disse confiar que poderá esclarecer a situação. Ele também declarou estar tranquilo em relação à própria conduta e ao trabalho que desenvolve. Informações do G1MA