A pré-candidata a deputada estadual pelo MDB, Bruna Pessoa, protagonizou uma grande demonstração de força política nesta sexta-feira (08), durante o lançamento da pré-candidatura de Orleans Brandão ao Governo do Maranhão, em evento realizado na cidade de Presidente Dutra, na região Central do estado.
Ao lado de apoiadores, lideranças e seguidores de diversos municípios, Bruna chegou ao evento em clima de festa e entusiasmo, sendo recepcionada com muito carinho pela população. A pré-candidata mobilizou uma verdadeira multidão, levando mais de 3 mil pessoas de toda a região central maranhense, contribuindo diretamente para abrilhantar ainda mais o grande ato político.
Com carisma e forte presença popular, Bruna Pessoa mostrou mais uma vez sua força e prestígio político, consolidando seu nome como uma das principais lideranças em ascensão no Maranhão.
Faleceu nesta sexta-feira (08), o jovem Ramon Moura (20 anos), morador do povoado Arroz, vítima de um grave acidente automobilístico ocorrido no último dia 02 de maio, em Tuntum.
Ramon estava internado no Hospital Macro Regional de Presidente Dutra (Socorrão) desde o acidente, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos e veio a óbito nesta sexta-feira.
O acidente aconteceu na Avenida Richarllys Leonardo, no bairro Tuntum de Cima, nas proximidades do Posto Boa Fé. Segundo informações, a colisão frontal envolveu duas motocicletas que trafegavam em alta velocidade.
Após o impacto, Ramon Moura foi socorrido e encaminhado às pressas para o Hospital Socorrão, com suspeita de trauma na região da cabeça, onde permaneceu internado até a confirmação do falecimento.
A morte do jovem causou grande comoção entre familiares, amigos e moradores do povoado Arroz.
Uma juíza de 34 anos morreu após um procedimento médico em Mogi das Cruzes, Região Metropolitana de São Paulo, na quarta-feira (6/5). Segundo o boletim de ocorrência, ela realizou uma coleta de óvulos para fertilização in vitro em uma clínica da cidade.
Mariana Francisco Ferreira passou pelo procedimento na manhã de segunda-feira (4/5) na clínica Invitro Reprodução Assistida. Após cerca de uma hora, a juíza deixou a clínica. Ela chegou em casa e, pouco tempo depois, começou a se queixar de frio e gritar de dor.
A mulher foi levada de volta ao estabelecimento e relatou à equipe médica que havia urinado na própria roupa. Os profissionais, no entanto, constataram um sangramento devido a uma hemorragia vaginal.
O primeiro atendimento foi feito pelo mesmo médico responsável pela coleta de óvulos. Ele realizou uma sutura no ferimento e orientou que Mariana fosse levada à Maternidade Mogi Mater. A mulher deu entrada na maternidade no final da tarde e ficou internada na unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, foi submetida a uma cirurgia.
Na madrugada dessa quarta-feira (6/5), dois dias após o procedimento na clínica, Mariana sofreu duas paradas cardiorrespiratórias. A equipe médica tentou reanimá-la, mas não obteve sucesso. O óbito foi declarado às 6h03.
Luto oficial de três dias
Mariana Francisco Ferreira nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro, e atuava há cerca de três meses no Juizado da Vara Criminal de Sapiranga, no Rio Grande do Sul.
O Tribunal de Justiça gaúcho (TJRS) publicou uma nota de pesar lamentando a morte.
No texto, a juíza-corregedora Viviane Castaldello Busatto, responsável pela comarca, destacou o comprometimento, entusiasmo e sensibilidade de Mariana no exercício de suas funções.
“Neste momento de consternação, expressamos nosso pesar aos familiares e amigos, com a certeza de que o legado de compromisso com a Justiça jamais será esquecido”, disse.
O TJRS decretou luto oficial de três dias e determinou que as bandeiras fossem hasteadas a meio-mastro nos prédios do Tribunal e do Palácio da Justiça.
Ainda não há informações sobre as cerimônias de despedida.
A Polícia Civil investiga o ocorrido e requisitou exames ao Instituto de Criminalística e ao Instituto Médico-Legal. O caso foi registrado como morte suspeita no 1° DP de Mogi das Cruzes.
O Metrópoles fez contato com a clínica de reprodução assistida e aguarda retorno. Metrópoles
Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, patroa acusada de torturar uma doméstica grávida no município de Paço do Lumiar, na Grande São Luís (MA), foi presa nesta quinta-feira (7/5), no Piauí. A suspeita relatou em áudio a violência. Ouça aqui:
Segundo a polícia, Carolina arrastou a funcionária pelos cabelos, agrediu a trabalhadora com coronhadas e colocou uma arma na boca da doméstica por desconfiar de que ela teria roubado uma joia.
O crime ocorreu em 17 de abril, quando a patroa resolveu “intimidar” a doméstica, grávida de 6 meses, sob a acusação de roubo.
Conforme a Polícia Civil do Maranhão (PCMA), para agredir a funcionária, Carolina colocou a vítima de joelhos e ainda contou com a ajuda de um comparsa, que segurava a mulher durante o ataque.
Após a tortura, a patroa passou a ser investigada, e os policiais tiveram acesso a áudios de Carolina, registrados após a agressão.
Na gravação, a criminosa narra a tortura e ainda diz que quase foi presa, no entanto, o policial militar era conhecido dela e a liberou, mesmo com marcas de violências no corpo da vítima.
Carolina foi presa de forma preventiva, após pedido de prisão da Ordem dos Advogados do Brasil do Maranhão (OAB-MA).
Segundo os advogados, a medida foi expedida devido à “extrema gravidade dos fatos” no boletim de ocorrência, que detalhou “crime de tortura, majorado pela condição de gestante da vítima”.
Além disso, a defesa da doméstica relatou que a vítima sofreu “lesão corporal dolosa, calúnia e ameaça”. Metrópoles
A Polícia Federal cumpriu nesta quinta-feira um mandado de busca e apreensão na residência do senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil no governo Bolsonaro. A medida foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que listou provas levantadas pela PF de que o parlamentar supostamente recebeu favores financeiros do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Entre as tais “vantagens econômicas indevidas”, citadas pela PF, estão a participação em uma empresa por um valor abaixo do mercado, a identificação de pagamentos mensais de R$ 300 mil(segundo a investigação, “há relatos de que o montante teria evoluído para R$ 500 mil”), o uso de um imóvel de Vorcaro como se fosse do próprio senador e o custeio de viagens internacionais, como hospedagens, restaurantes e voos privados.
Segundo as investigações, Vorcaro teria pago para Ciro a estadia no Park Hyatt New York, hotel cinco estrelas com diárias de mais de R$ 10 mil, despesas em restaurantes de elevado padrão e “outros gastos atribuídos ao parlamentar e à sua acompanhante”. A PF também aponta que houve disponibilização de cartão destinado à cobertura de gastos pessoais.
Entre os elementos de prova, os investigadores destacaram comprovantes bancários de transferências, registros de viagens e mensagens. Segundo a decisão de Mendonça, esse conjunto probatório indica a “possível prática de atos de corrupção, operações de lavagem de dinheiro, ocultação patrimonial e continuidade delitiva”.
Outro ponto apurado pela PF envolve a aquisição, por Ciro Nogueira, de participação societária estimada em cerca de R$ 13 milhões pelo valor de R$ 1 milhão, operação que, segundo os investigadores, teria sido viabilizada por Vorcaro.
Segundo as investigações, o negócio, com subvalorização das ações adquiridas, envolvia a venda de 30% da empresa Green, que teria participação na empresa Trinity, para a empresa CNLF Empreendimentos Imobiliários Ltda., formalmente administrada pelo irmão do parlamentar, Raimundo Nogueira – também alvo de mandado de busca e apreensão. A defesa dele não se manifestou.
Na decisão, André Mendonça apontou que Ciro Nogueira foi indicado como “destinatário central” de vantagens indevidas pagas pelo dono do Master. A PF cita mensagens que sugerem trocas de favores entre o senador e o executivo do banco.
Um dos indícios citados pela PF é uma emenda apresentada por Nogueira no Senado para ampliar a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que, segundo a apuração foi redigida dentro do Banco Master. De acordo com a PF, o texto foi elaborado pela assessoria da instituição financeira, encaminhado a Daniel Vorcaro, impresso e entregue em um envelope destinado a “Ciro” no endereço residencial do parlamentar.
A emenda citada PF ampliava a cobertura do FGC a investidores de R$ 250 mil para R$ 1 milhão. A garantia do fundo era uma das principais estratégias de negócio do Master para alavancar investimentos em seus Certificados de Depósitos Bancários (CDBs). A PF identificou mensagem em que Vorcaro comemora a emenda apresentada por Ciro Nogueira: “Saiu exatamente como mandei”.
Um grave acidente ocorrido na manhã desta quarta-feira na BR-135, próximo ao povoado Sorte, no município de Colinas, resultou na morte de uma pessoa e deixou outra gravemente ferida.
O motorista do caminhão, Brendo Sousa Silva, de 32 anos, natural de Imperatriz, não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Ele deixa dois filhos pequenos.
A outra vítima, Rosiene Gomes, que conduzia uma motocicleta, sofreu múltiplas fraturas. Ela foi socorrida e levada ao hospital Socorrão, onde recebe atendimento médico.
Segundo relatos de pessoas próximas, Rosiene enfrentava um quadro de depressão e estaria há alguns dias sem fazer uso da medicação.
As causas do acidente ainda são desconhecidas e deverão ser investigadas pelas autoridades, que buscam esclarecer o que provocou a colisão.
Pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (6/5) traz cenários de segundo turno para as eleições presidenciais deste ano em 10 estados. O levantamento mostra as intenções de votos quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta os pré-candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).
Os estados onde a pesquisa foi aplicada são: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Pernambuco, Ceará e Pará. Informações do Metrópoles.
São Paulo
Flávio Bolsonaro (PL): 47%
Lula (PT): 35%
Indecisos: 4%
Branco/nulo/não vai votar: 14%
Rio de Janeiro
Flávio Bolsonaro (PL): 45%
Lula (PT): 32%
Indecisos: 8%
Branco/nulo/não vai votar: 15%
Minas Gerais
Flávio Bolsonaro (PL): 36%
Lula (PT): 39%
Indecisos: 5%
Branco/nulo/não vai votar: 20%
Pará
Flávio Bolsonaro (PL): 36%
Lula (PT): 43%
Indecisos: 9%
Branco/nulo/não vai votar: 12%
Ceará
Flávio Bolsonaro (PL): 28%
Lula (PT): 56%
Indecisos: 5%
Branco/nulo/não vai votar: 11%
Pernambuco
Flávio Bolsonaro (PL): 23%
Lula (PT): 57%
Indecisos: 6%
Branco/nulo/não vai votar: 14%
Bahia
Flávio Bolsonaro (PL): 22%
Lula (PT): 55%
Indecisos: 8%
Branco/nulo/não vai votar: 15%
Rio Grande do Sul
Flávio Bolsonaro (PL): 57%
Lula (PT): 31%
Indecisos: 5%
Branco/nulo/não vai votar: 7%
Paraná
Flávio Bolsonaro (PL): 50%
Lula (PT): 30%
Indecisos: 8%
Branco/nulo/não vai votar: 12%
Goiás
Flávio Bolsonaro (PL): 47%
Lula (PT): 34%
Indecisos: 6%
Branco/nulo/não vai votar: 13%
Lula x Zema
São Paulo
Romeu Zema (Novo): 36%
Lula (PT): 35%
Indecisos: 7%
Branco/nulo/não vai votar: 22%
Rio de Janeiro
Romeu Zema (Novo): 23%
Lula (PT): 32%
Indecisos: 12%
Branco/nulo/não vai votar: 33%
Minas Gerais
Romeu Zema (Novo): 38%
Lula (PT): 37%
Indecisos: 5%
Branco/nulo/não vai votar: 20%
Pará
Romeu Zema (Novo): 24%
Lula (PT): 42%
Indecisos: 14%
Branco/nulo/não vai votar: 20%
Ceará
Romeu Zema (Novo): 17%
Lula (PT): 58%
Indecisos: 6%
Branco/nulo/não vai votar: 19%
Pernambuco
Romeu Zema (Novo): 13%
Lula (PT): 60%
Indecisos: 8%
Branco/nulo/não vai votar: 19%
Bahia
Romeu Zema (Novo): 13%
Lula (PT): 56%
Indecisos: 10%
Branco/nulo/não vai votar: 10%
Rio Grande do Sul
Romeu Zema (Novo): 30%
Lula (PT): 30%
Indecisos: 16%
Branco/nulo/não vai votar: 24%
Paraná
Romeu Zema (Novo): 32%
Lula (PT): 29%
Indecisos: 13%
Branco/nulo/não vai votar: 26%
Goiás
Romeu Zema (Novo): 35%
Lula (PT): 33%
Indecisos: 9%
Branco/nulo/não vai votar: 23%
Lula x Caiado
São Paulo
Ronaldo Caiado (PSD): 34%
Lula (PT): 35%
Indecisos: 7%
Branco/nulo/não vai votar: 24%
Rio de Janeiro
Ronaldo Caiado (PSD): 22%
Lula (PT): 32%
Indecisos: 12%
Branco/nulo/não vai votar: 34%
Minas Gerais
Ronaldo Caiado (PSD): 26%
Lula (PT): 38%
Indecisos: 6%
Branco/nulo/não vai votar: 30%
Pará
Ronaldo Caiado (PSD): 25%
Lula (PT): 43%
Indecisos: 12%
Branco/nulo/não vai votar: 20%
Ceará
Ronaldo Caiado (PSD): 17%
Lula (PT): 57%
Indecisos: 7%
Branco/nulo/não vai votar: 19%
Pernambuco
Ronaldo Caiado (PSD): 17%
Lula (PT): 56%
Indecisos: 8%
Branco/nulo/não vai votar: 19%
Bahia
Ronaldo Caiado (PSD): 15%
Lula (PT): 56%
Indecisos: 9%
Branco/nulo/não vai votar: 20%
Rio Grande do Sul
Ronaldo Caiado (PSD): 29%
Lula (PT): 32%
Indecisos: 15%
Branco/nulo/não vai votar: 24%
Paraná
Ronaldo Caiado (PSD): 32%
Lula (PT): 29%
Indecisos: 13%
Branco/nulo/não vai votar: 26%
Goiás
Ronaldo Caiado (PSD): 51%
Lula (PT): 26%
Indecisos: 7%
Branco/nulo/não vai votar: 16%
Para o levantamento, foram realizadas 11.646 entre 21 e 28 de abril entre eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais para São Paulo e três pontos para os demais estados pesquisadores.
A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, suspeita de torturar uma empregada doméstica grávida de cinco meses em Paço do Lumiar, na Grande São Luís, descreveu em áudios enviados a um grupo de amigos detalhes das agressões praticadas contra a jovem de 19 anos dentro da própria residência. As mensagens, obtidas pela TV Mirante e já anexadas ao inquérito da Polícia Civil, revelam uma sequência de violência física, ameaças com arma de fogo, humilhações e sessões de espancamento motivadas pela suspeita do desaparecimento de um anel. O caso aconteceu no dia 17 de abril e ganhou ainda mais repercussão após Carolina afirmar que a vítima “não era nem para ter saído viva” e que não foi levada à delegacia porque um dos policiais que atenderam a ocorrência seria conhecido dela.
Carolina Sthela
Segundo os relatos da própria empresária, o “amigo” chegou armado à residência ainda pela manhã do dia das agressões. Carolina conta que acordou a funcionária por volta das 7h30 e ordenou que ela organizasse a cozinha antes da chegada do amigo.
“Aí eu acordei ela às sete e meia. Aí eu disse: ‘Samara, arruma logo aqui essa cozinha, que eu também não sou besta, eu vou receber um amigo meu aqui em casa’. Aí ele chegou. Eu disse: ‘Entra, amigo’. Ele já veio com uma jumenta de uma arma, chega a brilhar.”
Em seguida, a empresária relata o momento em que passou a acusar a empregada pelo desaparecimento do anel.
“Meu anel não tem perna e nem asa pra andar voando. Então eu quero que você vá pegar meu anel de onde você botou pra gente não ter problema.”
Enquanto a jovem procurava o objeto pela casa, Carolina descreve o início das agressões.
“Puxou a bicha, tirou a toca da cabeça dela, pegou no cabelo, botou ela de joelho.”
Em outro trecho, ela afirma que a vítima era ameaçada enquanto o homem armado apontava a arma.
“Eu acho bom tu entregar logo esse anel. Onde é que está? Bora brincar de quente ou frio. Está aqui em cima? Está aqui embaixo? Onde ele ia apontando, botava a cabeça dela.”
A empresária também relata que as agressões duraram mais de uma hora e envolveram violência extrema.
“Uma hora essa menina no massacre. E tapa, e murra, e pisava nos dedos, e tudo que vocês imaginarem de doidice. Era eu e ele fazendo.”
Depois de mais de uma hora de procura, o anel foi encontrado dentro de um cesto de roupas sujas. Mesmo assim, segundo os próprios áudios, as agressões continuaram.
“Tapa, menina, dei. Gente, eu dei tanto que minha mão está inchada. Até hoje meu dedo chega a estar roxo.”
Em outro momento das gravações, Carolina faz uma declaração ainda mais grave ao comentar a saída da vítima da residência após as agressões.
“Eu disse que era para ter ficado era mais. Não era nem para ter saído viva.”
A jovem registrou boletim de ocorrência no dia seguinte na Casa da Mulher Brasileira e passou por exame de corpo de delito, que confirmou as agressões. Fotografias anexadas ao inquérito mostram hematomas em várias partes do corpo da vítima. Segundo o depoimento dela, uma das lesões na testa teria sido causada por uma coronhada.
Outro trecho dos áudios também passou a ser analisado pela Polícia Civil. Carolina afirma que não foi levada para a delegacia porque um dos policiais que atenderam a ocorrência seria conhecido dela.
“Parou uma viatura aqui de manhã. Mas veio um policial que me conhecia. Sorte minha, né? Aí ele disse que, se não fosse ele, teria que me levar para a delegacia, porque ela estava cheia de hematomas.”
Apesar das confissões presentes nos áudios, a versão apresentada pela empresária no boletim de ocorrência é diferente. Carolina alegou que encontrou joias desaparecidas dentro da bolsa da empregada doméstica e disse que a funcionária fugiu antes da chegada da polícia.
O caso é investigado pela 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy. A Polícia Civil confirmou a autenticidade dos áudios e anexou o material ao inquérito. A suspeita pode responder por crimes como tortura, lesão corporal, ameaça, constrangimento ilegal e outros agravantes relacionados ao fato de a vítima estar grávida. DoInformante