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segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Adolescente suspeito de executar cozinheira da PM morre em confronto com a polícia

 

Adolescente suspeito de executar cozinheira morreu em confronto com a PM (Foto: Divulgação)

Um adolescente de 17 anos, apontado como um dos suspeitos de envolvimento no assassinato da cozinheira Maria do Amparo Fernandes, morreu durante uma operação da Polícia Militar na madrugada desta segunda-feira (8), em Coelho Neto, interior do Maranhão.

Confronto no bairro Quiabos

Segundo a PM, o jovem, identificado como Carlos Eduardo da Costa Silva, foi localizado no bairro Quiabos. Os policiais afirmam ter sido recebidos a tiros, dando início ao confronto. Ele foi baleado, recebeu atendimento do SAMU, mas não resistiu.


No local, os militares apreenderam uma arma de fogo, porções de drogas e dinheiro. Uma mulher que acompanhava o suspeito também foi detida e levada à delegacia.

O crime que motivou as buscas ocorreu na noite de sábado (6). Maria do Amparo, de 45 anos, foi assassinada dentro da própria casa, na Travessa Boa Esperança, próximo à caixa d’água do conjunto Novo Tempo.

Dois homens em uma motocicleta se aproximaram da residência e efetuaram diversos disparos. A vítima trabalhava como cozinheira no 44º Batalhão da Polícia Militar e era bastante conhecida na comunidade.

Polícia investiga facção criminosa

A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que o assassinato tenha sido cometido por membros de uma facção criminosa. O autor dos disparos, identificado como “Paulinho”, teria agido com apoio de um comparsa. A dupla estaria obedecendo a ordens de outros dois suspeitos, ainda não divulgados oficialmente.

Ao todo, três envolvidos seguem foragidos.

Denúncias

Informações que auxiliem na investigação podem ser repassadas anonimamente pelo número: (86) 99580-3502. Informações do NetoWeba.

domingo, 7 de dezembro de 2025

Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra PM suspeito de agredir um adolescente

 

O policial militar Francisco de Assis Cavalcante da Silva, suspeito de agredir e torturar um adolescente de 17 anos no município de Pedreiras, foi preso preventivamente na tarde deste domingo (7).

A decisão é da juíza Sheila Silva Cunha, responsável pelo Plantão Regional Criminal da Comarca de Lago da Pedra, que também autorizou o cumprimento de mandado de busca e apreensão no endereço do investigado.

Francisco também está sendo acusado de cometer dano qualificado e comunicação falsa de crime (entenda mais abaixo). Ele prestou depoimento na tarde deste domingo na Delegacia Regional de Pedreiras.

Justiça aponta agressões graves e ameaça à ordem pública

Segundo a representação apresentada pela Delegacia Regional de Pedreiras, o adolescente relatou ter sido submetido a cerca de 1h30 de agressões após ser surpreendido na casa da namorada, enteada do policial. O jovem afirmou ter sido amarrado pelos pés e mãos, além de receber socos, chutes e ameaças de morte.

A tortura de adolescente teria ocorrido após o padrasto da jovem encontrar o casal na residência. De acordo com o depoimento do jovem, Francisco de Assis utilizou cordas, desferiu diversas agressões e causou lesões corporais graves, confirmadas por laudo pericial emitido no dia 3 de dezembro de 2025.

PM teria forjado crime para incriminar vítima

Após o espancamento, o policial chamou uma viatura e conduziu o adolescente ainda amarrado até a delegacia. Lá, teria determinado que ele assumisse falsamente ter tentado furtar uma motocicleta, além de alegar que as lesões ocorreram durante uma suposta fuga.

Um Boletim de Ocorrência Circunstanciado chegou a ser registrado com a narrativa forjada. O celular da vítima, um Xiaomi Redmi 10C, também foi danificado durante a ação.

Fundamentos da prisão preventiva

Para a Justiça, estão presentes a prova da materialidade e indícios de autoria e o risco que a liberdade do investigado representa. Entre os elementos considerados:

laudo atestando lesões graves compatíveis com tortura;

depoimentos e registros fotográficos que reforçam a dinâmica dos fatos;

risco de intimidação à vítima e a testemunhas;

gravidade do caso, envolvendo policial militar em situação de abuso de poder;

possibilidade de reiteração delitiva.

A juíza destacou que o comportamento atribuído ao policial é “incompatível com a ordem pública” e que a manutenção da liberdade do investigado poderia impactar a credibilidade das instituições de segurança.

Mandado de busca e apreensão

Além da prisão, o Judiciário autorizou busca e apreensão domiciliar para localizar:

instrumentos usados nas agressões;

o celular danificado do adolescente;

armas, munições e outros objetos relacionados aos crimes investigados.

Defesa do policial contesta acusações

A defesa do policial militar Francisco de Assis Cavalcante da Silva divulgou nota contestando as acusações feitas pelo adolescente e seus familiares. Segundo a defesa, as versões apresentadas “não condizem com a realidade dos fatos”, e os áudios que circulam sobre o caso seriam “desinformações disseminadas por terceiros”.

O militar afirma possuir mais de 12 anos de serviços prestados à corporação, período no qual nunca recebeu denúncia de abuso de autoridade. Ele ressalta ainda que foi condecorado e premiado ao longo da carreira.

A defesa informou que o policial deverá prestar depoimento ainda nesta segunda-feira, na Delegacia de Polícia Civil competente, e que ele “coloca-se integralmente à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento necessário”.

Leia a nota, na íntegra

“O policial militar FRANCISCO DE ASSIS CAVALCANTE DA SILVA contesta veementemente as versões apresentadas pela suposta vítima e por seus familiares, bem como repudia os áudios e as desinformações disseminadas por terceiros, que não condizem com a realidade dos fatos.

O militar possui mais de 12 anos de serviços prestados à corporação, período no qual jamais recebeu qualquer denúncia de abuso por autoridade, sendo, inclusive, condecorado e premiado ao longo de sua trajetória profissional.

O policial prestará depoimento ainda nesta segunda-feira, perante a Delegacia de Polícia Civil competente, e coloca-se integralmente à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento necessário.”

Policial foi afastado pela SSP após denúncia de tortura a adolescente

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) informou que afastou imediatamente das funções operacionais o policial militar após denúncia de agressão e tortura contra um adolescente de 17 anos em Trizidela do Vale, no interior do Maranhão. Além do afastamento, a arma do militar foi recolhida e um procedimento administrativo foi instaurado pelo 19º Batalhão de Pedreiras, unidade à qual o policial é vinculado, para apuração interna dos fatos.

No âmbito criminal, a SSP destacou que a Polícia Civil abriu inquérito para investigar possíveis crimes de tortura, dano qualificado, falsa comunicação de crime e ameaça. A pasta afirmou que o Sistema de Segurança Pública do Maranhão não compactua com condutas ilegais praticadas por seus agentes e que o policial denunciado está sujeito às sanções previstas em lei. As investigações seguem em andamento e devem ser concluídas dentro do prazo legal.

Veja a nota da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão na íntegra:

“A Secretaria de Estado da Segurança Pública informa que, imediatamente ao tomar conhecimento dos fatos, a Polícia Militar afastou das funções operacionais o policial militar citado na denúncia. Também foi instaurado procedimento de investigação, no âmbito administrativo, pelo 19º Batalhão de Pedreiras, ao qual o militar é vinculado, para rigorosa apuração interna dos fatos.

A SSP informa que o Sistema de Segurança Pública do Maranhão não compactua com condutas ilegais de seus agentes e que as investigações vão apurar com rigor o caso, estando o policial envolvido sujeito às sanções previstas em lei.

No âmbito criminal, a SSP destaca que a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar a prática de tortura, dano qualificado, falsa comunicação de crime e ameaça, e que a investigação será concluída no prazo legal.” (Imirante)

Policial é afastado pela SSP após denúncia de tortura a adolescente no MA

 

Adolescente que foi espancado por um PM de Pedreiras/Foto – Grupo de WhatsApp

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) informou que afastou imediatamente das funções operacionais o policial militar após denúncia de agressão e tortura contra um adolescente de 17 anos em Trizidela do Vale, no interior do Maranhão. Além do afastamento, a arma do militar foi recolhida e um procedimento administrativo foi instaurado pelo 19º Batalhão de Pedreiras, unidade à qual o policial é vinculado, para apuração interna dos fatos.

No âmbito criminal, a SSP destacou que a Polícia Civil abriu inquérito para investigar possíveis crimes de tortura, dano qualificado, falsa comunicação de crime e ameaça. A pasta afirmou que o Sistema de Segurança Pública do Maranhão não compactua com condutas ilegais praticadas por seus agentes e que o policial denunciado está sujeito às sanções previstas em lei. As investigações seguem em andamento e devem ser concluídas dentro do prazo legal.

A denúncia ganhou repercussão após o adolescente e sua mãe relatarem que ele teria sido vítima de violência física e psicológica praticada pelo militar. O jovem, morador da região e estudante, afirmou ter sido abordado e imobilizado pelo policial, que teria iniciado uma série de agressões motivadas por questões pessoais envolvendo o relacionamento do adolescente com a enteada do agente.

De acordo com o relato, as agressões teriam ocorrido antes mesmo da chegada de uma guarnição da Polícia Militar, acionada por vizinhos que perceberam a movimentação. O adolescente descreveu ter sido amarrado e impedido de se defender, enquanto sofria golpes contínuos por um período prolongado. O uso de um objeto semelhante a uma mangueira também teria sido empregado durante a violência.

Ainda segundo a denúncia, pouco antes da chegada dos demais policiais, o militar teria pressionado o adolescente a assumir uma versão falsa dos fatos, alegando que ele teria invadido a residência para tentar furtar uma motocicleta. Essa versão seria utilizada para justificar as lesões e a abordagem violenta.

Após ser conduzido à delegacia de Trizidela do Vale, o jovem relatou ter recebido tratamento inadequado por parte de outros policiais, que, segundo ele, desconheciam a verdadeira motivação do caso e agiram com base apenas na versão apresentada pelo militar envolvido. O adolescente afirmou ter sido alvo de condutas desrespeitosas durante o procedimento policial.

A mãe do jovem afirma que, ao reencontrá-lo na delegacia, percebeu imediatamente os sinais de espancamento e demonstrou indignação com a situação.

A repercussão do caso levou o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Pedreiras a emitir uma nota de repúdio, classificando o episódio como uma grave violação dos direitos humanos e uma afronta às garantias previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente. O órgão informou que está oferecendo apoio psicossocial ao adolescente e à família, além de colaborar com as autoridades responsáveis pela investigação para que todas as medidas legais sejam aplicadas.

Com o afastamento do policial e a abertura dos procedimentos administrativo e criminal, o caso segue em apuração pela Polícia Militar, pela Polícia Civil e pela SSP.

Veja a nota da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão na íntegra:

“A Secretaria de Estado da Segurança Pública informa que, imediatamente ao tomar conhecimento dos fatos, a Polícia Militar afastou das funções operacionais o policial militar citado na denúncia. Também foi instaurado procedimento de investigação, no âmbito administrativo, pelo 19º Batalhão de Pedreiras, ao qual o militar é vinculado, para rigorosa apuração interna dos fatos.

A SSP informa que o Sistema de Segurança Pública do Maranhão não compactua com condutas ilegais de seus agentes e que as investigações vão apurar com rigor o caso, estando o policial envolvido sujeito às sanções previstas em lei.

No âmbito criminal, a SSP destaca que a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar a prática de tortura, dano qualificado, falsa comunicação de crime e ameaça, e que a investigação será concluída no prazo legal.”

fonte: imirante.com

sábado, 6 de dezembro de 2025

Padre some antes de missa e é achado morto na casa paroquial

 


O padre Júlio César Agripino (foto em destaque), de 38 anos, foi encontrado desacordado na Casa Paroquial de Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas, na noite dessa sexta-feira (5/12). Ele celebraria uma missa às 19h, na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, mas não apareceu no horário, o que preocupou funcionários e fiéis.

Quando chegaram ao local, funcionários da igreja encontraram o sacerdote caído no quarto. O Serviço de Atendimento foi acionado imediatamente.

Júlio César ainda chegou a ser levado ao Hospital São Vicente de Paulo, mas não resistiu. A causa da morte foi confirmada como infarto.

A ausência do padre na celebração causou estranheza porque, segundo fiéis, ele era extremamente pontual. O atraso incomum levou a paróquia a buscá-lo na Casa Paroquial.

Na manhã deste sábado (6/12), missas de corpo presente foram celebradas em homenagem ao religioso. Fiéis lotaram a Igreja Matriz para se despedir. Um cortejo seguiu pela praça principal até a saída da cidade, de onde o corpo foi levado para Guaxupé, onde o padre nasceu.

Em nota, a paróquia lamentou profundamente a perda: “Sua vida foi um testemunho de fé e amor pela Igreja. Nossas orações estão com seus familiares e amigos, que ele pastoreou com carinho. Descansa, bom e fiel servo, na paz de Cristo.”

A Prefeitura de Carmo do Rio Claro também manifestou pesar nas redes sociais, afirmando que a morte do padre “deixa um vazio na comunidade” e prestando solidariedade à família, amigos e aos fiéis que acompanhavam o trabalho de Júlio César. Metrópoles 


Operação conjunta prende condenado por homicídio e suspeito de estupro em Fortuna

 


FORTUNA (MA) – Uma operação conjunta da Polícia Civil e da Guarda Civil Municipal (GCM) de Fortuna, realizada na tarde desta sexta-feira (05), resultou no cumprimento de dois mandados de prisão na zona rural do município. 


Entre os detidos estão Antônio Rodrigues Soares Filho, de 44 anos, condenado a mais de 19 anos de reclusão por homicídio qualificado, e Eremilton Alves dos Santos, de 38 anos, que teve a prisão preventiva decretada pelo crime de estupro de vulnerável.

Condenado por homicídio é preso em definitivo

Antônio Rodrigues Soares Filho, conhecido como Antônio Filho, foi preso em decorrência de uma sentença definitiva que o condenou a 19 anos de prisão. Ele é apontado como o autor do assassinato de Nilton Rodrigues Soares, o "Niltinho", crime ocorrido em 19 de janeiro de 2020, no povoado Centro do Anajá. 


O desaparecimento e a descoberta

Niltinho desapareceu misteriosamente após retornar de uma festa com sua namorada. Quatro dias após o sumiço, a mãe da vítima registrou o boletim de ocorrência na delegacia de São Domingos. A investigação inicial, conduzida pela 13ª Delegacia Regional de Presidente Dutra, apontava a namorada do desaparecido como a principal suspeita.


No dia seguinte ao deslocamento da equipe ao local, o corpo de Niltinho foi encontrado enterrado em uma cova rasa, nos fundos da casa da namorada. O Instituto Médico Legal (IML) de Timon foi acionado para a remoção e perícia.


O crime

Durante os levantamentos e entrevistas, a polícia descobriu que Antônio Filho, auxiliado por sua irmã (namorada da vítima), assassinou Niltinho com pauladas e facadas, ocultando o corpo em seguida. A polícia representou pela prisão temporária dos suspeitos, que foi cumprida à época.


Apesar da condenação a mais de 19 anos de reclusão em Tribunal do Júri, Antônio Filho permaneceu em liberdade após recurso interposto por sua defesa. A prisão expedida nesta sexta-feira é o cumprimento da pena em regime definitivo.

Destino dos presos

Antônio Filho e Eremilton Alves dos Santos foram encaminhados à Unidade Prisional de Presidente Dutra (MA), onde permanecerão à disposição da Justiça.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

TUNTUM: inaugurado prédio da Secretaria de Direitos da Pessoa com Deficiência em solenidade emocionante

 


O município de Tuntum celebrou na tarde desta sexta-feira (05) um marco histórico na defesa e promoção dos direitos da Pessoa com Deficiência. O prefeito Fernando Pessoa e a secretária Fernanda Murada inauguraram, em uma concorrida solenidade, o prédio próprio e definitivo da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, localizada na travessa da rua do Antigo Campo, na Vila Real.


Presenças e homenagem

O evento reuniu autoridades políticas e um grande público, que lotou a rua em frente à nova sede. Estiveram presentes o deputado federal Wildon Rocha, o vice-prefeito Nelson do Nanxin, a primeira dama Erika Costa, vereadores e secretários municipais.


Um dos momentos mais emocionantes da cerimônia foi a homenagem a Fernando Gomes (Fernando Sena), ex-funcionário do Banco do Brasil e do Ministério Público, que era cadeirante e se destacou pelos relevantes serviços prestados aos cidadãos de Tuntum. Em reconhecimento aos seus préstimos, a sala de reuniões da Secretaria foi "batizada" com seu nome. A família de Fernando Sena foi convidada de honra e prestigiou a homenagem. O prefeito Fernando Pessoa destacou seu carinho e amizade pessoal com o homenageado.


"Quero dizer que pra nós hoje é um dia importante, estamos homenageando um amigo pessoal, um amigo de infância, o Fernando, que é filho do seu Françuar, que também é filho da dona Francisca, que é irmão do Filipe, do Seninha e da Frasueila", declarou o prefeito.


Única no Maranhão com sede própria e caráter ordinário

A secretária Fernanda Murada, bastante emocionada com a realização, enfatizou a bravura e o empenho do prefeito Fernando Pessoa para concretizar esta conquista em favor das Pessoas com Deficiência.


A nova pasta terá um papel fundamental na inclusão social, oferecendo gratuitamente atendimento psicológico e jurídico aos portadores de deficiência do município. A Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Tuntum é, notavelmente, a única no Maranhão a ter sido criada em caráter ordinário e a possuir sede própria.


Apoio parlamentar e próximos passos

O deputado federal Wildon Rocha parabenizou a gestão pela iniciativa. "Parabéns Fernando por criar essa secretaria que defenda os direitos dos deficientes", afirmou o parlamentar.


Em sua fala, o prefeito Fernando Pessoa elogiou e agradeceu o apoio e a colaboração do deputado Wildon Rocha, ressaltando os recursos de emenda parlamentar destinados à construção do Centro de Reabilitação, que será inaugurado em breve. O prefeito também mencionou a destinação de recursos para a recuperação da estrada que liga o povoado Olho D'Água e para o recapeamento asfáltico do trecho entre o prédio dos Correios e o residencial Astolfo Seabra.









Bolsonaro diz que Flávio será seu candidato à Presidência da República

 


Jair Bolsonaro afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) será seu candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. A escolha de um integrante da família foi comunicada a interlocutores próximos nesta semana. Essa é a primeira vez que o ex-presidente, que está preso na carceragem da Polícia Federal em Brasília, manifesta tal intenção.

Bolsonaro avalia que o filho primogênito ganhará musculatura para a disputa a partir do momento em que se comportar como postulante ao Palácio do Planalto e fizer agendas pelo Brasil. Na avaliação do ex-mandatário, Flávio consolida unidade partidária e conta com um relevante palanque de governadores aliados como Tarcísio de Freitas (Republicanos), em São Paulo, e Cláudio Castro (PL), no Rio de Janeiro.

Por conta disso, a previsão é que o senador comece a fazer mais viagens pelo país e assuma protagonismo nos embates com o presidente Lula.

Dentro da família Bolsonaro, Flávio também seria o candidato que passaria “previsibilidade” para a classe política e o segmento econômico, dado o perfil mais moderado que o dos irmãos.

Os vices de Flávio Bolsonaro e Lula

O mais provável, nesse novo cenário, é que Michelle concorra ao Senado pelo Distrito Federal e que algum partido de centro indique o vice na chapa de Flávio.

Já pelo lado do governo, lideranças do PT têm defendido que Geraldo Alckmin, do PSB, seja novamente o vice na chapa encabeçada por Lula. DoMetropóles 


Prefeito Fernando Pessoa inaugura hoje (05) prédio próprio da Secretaria de Direitos da Pessoa com Deficiência

 

Em um marco significativo para a inclusão e os direitos humanos no Maranhão, o município de Tuntum inaugura hoje (05), ás 17h, a sede própria da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência. A cerimônia, que contará com a presença do prefeito Fernando Pessoa (PDT), da secretaria Fernanda Murada e da sociedade tuntuense, celebra a entrega do novo prédio, localizado na Travessa do antigo Campo, na Vila Real.

O investimento no novo espaço visa fortalecer o apoio às atividades da secretaria, garantindo um atendimento mais humanizado e especializado à população com deficiência. Entre os serviços ampliados, destacam-se o suporte nas áreas psicológica e jurídica, fundamentais para assegurar o pleno exercício dos direitos e a consciência cívica dos cidadãos.

Liderança estadual em inclusão

Com esta inauguração, Tuntum se posiciona como o único município do estado a possuir uma sede própria para uma secretaria dedicada integralmente aos direitos da pessoa com deficiência.

Além disso, a Secretaria de Tuntum é a única no Maranhão a funcionar em caráter ordinário. As outras duas secretarias existentes no estado, em São Luís e Caxias, operam em regime extraordinário, o que ressalta o compromisso institucional de Tuntum com a pauta da inclusão.

A iniciativa é vista como um avanço na política social do município, estabelecendo um novo padrão de assistência e respeito aos direitos das pessoas com deficiência no Maranhão.


Maranhão registra 47 casos de feminicídio até outubro de 2025

 

De janeiro a outubro deste ano, foram registrados 47 casos de feminicídio no Maranhão. (Foto: Reprodução)

De janeiro a outubro desde ano, foram registrados 47 casos de feminicídio no Maranhão. Os dados, divulgados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA), apontam uma redução de 16% nas ocorrências em relação ao mesmo período do ano de 2024, mas que ainda são alarmantes, pois, em apenas 10 meses, o estado já se aproximou do número de feminicídios praticados em todo o ano de 2023, quando 50 mulheres morreram de forma violenta no Maranhão.

Casos de feminicídio no Maranhão

Entre os casos mais recentes de feminicídio no Maranhão ocorreu no bairro Vila Fiquene, em Imperatriz, na região tocantina. Uma mulher identificada como Rafaela de Sousa Nunes, de 24 anos, foi assassinada a golpes de faca na madrugada do dia 26 de outubro. 

De acordo com a polícia, o crime foi cometido pelo ex-companheiro da vítima, identificado como Gilson Pereira Martins, que invadiu a casa após Rafaela retornar de uma festa. Após o ataque, ele fugiu do local, mas foi preso em flagrante no bairro Bacuri, ao ser localizado por policiais depois de pular o muro de uma escola.

Um dia após o crime, a Patrulha Maria da Penha prendeu em flagrante, no dia 27 de outubro, um homem que fazia ameaças à ex-companheira durante o velório de Rafaela de Sousa Nunes. Ela era vizinha de Rafaela, e durante o velório, o suspeito voltou a fazer ameaças, sugerindo que o mesmo aconteceria com a ex-companheira pelo término do relacionamento.

Contra o suspeito, já haviam duas medidas protetivas solicitadas por mulheres diferentes, que foram vítimas de agressões e ameaças. A mulher que recorreu à polícia novamente chegou a ser ameaçada no sábado (25) com uma faca, em sua própria casa. O suspeito foi apresentado no Plantão Central de Imperatriz e está à disposição da Justiça.

Mais casos de crimes contra a mulher 

Em Alto Alegre do Pindaré, durante o fim de semana entre os dias 29 e 30 de novembro, quando uma mulher foi atacada em uma tentativa de estupro. A vítima foi agredida com socos, chutes, tentativa de enforcamento e foi arrastada pelo criminoso.

A intervenção de um familiar conseguiu cessar a agressão. A Polícia Militar foi acionada e prendeu o agressor. O comparsa, que teria dado suporte para a fuga, também foi localizado e detido pouco depois.

Durante a ocorrência, a polícia descobriu que um dos presos já respondia a outro processo por estupro. O caso está sendo investigado pela 7ª Delegacia Regional de Santa Inês como tentativa de estupro e tentativa de feminicídio. 

Agressor tenta abusar de mulher e acaba preso no MA. (Foto: Reprodução)

Em outro caso no Maranhão, o Tribunal do Júri de Rosário condenou, em março desde ano, o ex-bombeiro Mário Sérgio Jardim a 24 anos e 11 meses de reclusão pelo assassinato de sua ex-companheira, Viviane Batista Marques. O crime ocorreu em 2022 e foi julgado como feminicídio.

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, o crime foi praticado no povoado Gameleira, localizado no município de Bacabeira, que pertence à comarca de Rosário. Segundo as investigações, Mário Sérgio Jardim asfixiou a vítima e, em seguida, transportou o corpo até a cidade de Vargem Grande para ocultá-lo.

O condenado era subtenente do Corpo de Bombeiros Militar, mas foi expulso da corporação após cometer o crime. Além da pena de prisão, ele também foi condenado ao pagamento de uma indenização de R$ 50 mil à família de Viviane Batista Marques, pelos danos morais causados.

Ações policiais e o desafio da subnotificação

Nesta quarta-feira (3), feminicidas, investigados e condenados por crimes praticados contra mulheres no âmbito da violência doméstica e familiar foram alvo da Operação Tolerância Zero.

A ação cumpriu 46 mandados de prisão no Maranhão e em outros estados. As prisões já foram efetuadas em São Luís, São José de Ribamar, Imperatriz, Açailândia e Cidelândia, além de capturas nos estados de Goiás e Rondônia.

No Maranhão, estão sendo cumpridos 21 mandados na Grande São Luís e 18 no interior do estado. Outros sete alvos de mandados estão foragidos em quatro estados fora do Maranhão.

A realidade da violência de gênero

Dados do Mapa Nacional da Violência Contra a Mulher apontam para uma forte subnotificação de casos de violência de gênero no Brasil.

Somente na região Nordeste, em 2023, 62% das mulheres não procuraram a polícia após sofrer violência. Isso significa que, embora os números de denúncias sejam expressivos, eles não refletem a dimensão real da violência doméstica no país.

Justiça e canais de proteção

Em busca da efetividade da lei, até junho de 2025, a Justiça de 1º grau do Maranhão já realizou 5.883 julgamentos de feminicídio e julgou 291.556 processos de violência doméstica.

Durante a 30ª Semana Justiça pela Paz em Casa, realizada de 18 a 22 de agosto, foram realizadas 81 audiências, 74 acolhimentos e reavaliações de risco, uma audiência de custódia e seis novas reavaliações de risco. Além disso, foram produzidas 124 decisões, cinco sentenças e 99 despachos.

Segundo a SSP, para garantir proteção às mulheres, são realizadas ações integradas das Polícias Civil e Militar do Maranhão, com o objetivo de prevenir e reprimir esse tipo de crime.

O estado possui 22 Delegacias da Mulher (DEM) e um Plantão 24 horas em São Luís. Além disso, está implantando o Núcleo de Atendimento à Mulher em delegacias regionais, distritais e municipais do estado, prioritariamente nos municípios onde ainda não há Delegacia Especializada.

Canais de Denúncia

A SSP disponibiliza canais de denúncias para que qualquer violência contra a mulher seja imediatamente reportada:

Aplicativo Salve Maria Maranhão

190 - Ciops (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública)

181 - Disque-Denúncia Maranhão

Delegacia On-line

Informações do Imirante