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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Veja a relação dos secretários que deixarão o Governo para disputar as eleições

 


O governador do Maranhão, Carlos Brandão (sem partido), reuniu o secretariado nos últimos dois dias e anunciou que os auxiliares que pretendem disputar as eleições de 2026 deverão deixar seus cargos até o dia 20 de março. O prazo final para a desincompatibilização é 4 de abril, regra que também se aplica ao próprio chefe do Palácio dos Leões, caso opte por disputar uma vaga no Senado Federal.

Na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa, estão cotados os seguintes nomes: Júnior Viana (sem partido), subchefe da Casa Civil; Paulo Casé (União Progressista), secretário de Desenvolvimento Social; Abigail Cunha (MDB), secretária da Mulher; Thiago Fernandes (PSDB), secretário de Saúde; Natássia Weba (Podemos), secretária de Ciência e Tecnologia; Yuri Arruda (sem partido), secretário de Cultura; Celsinho (Republicanos), secretário de Esporte; Sebastião Madeira (PSDB), chefe da Casa Civil; e Cricielle Muniz (PT), diretora do IEMA.

Já para a disputa por vagas na Câmara Federal, devem entrar na corrida Vinícius Ferro (sem partido), secretário de Planejamento; Washington Luís (PT), secretário de Representação Institucional em Brasília; e Bira do Pindaré (PSB), secretário de Agricultura Familiar.

Durante as reuniões, Carlos Brandão também abriu a possibilidade para que cada titular de pasta indique um nome para substituição, que será avaliado em conjunto com os partidos que compõem a base do governo.

Outra questão que ainda precisa ser definida é a filiação partidária de alguns dos pré-candidatos. Até o momento, demonstram ter decisão tomada Washington Luís e Cricielle Muniz, pelo PT; Abigail Cunha, pelo MDB; Paulo Casé, pelo União Progressista; Sebastião Madeira, pelo PSDB; e Celsinho, pelo Republicanos.

Thiago Fernandes, Júnior Viana e Yuri Arruda são cotados para se filiarem ao PSDB, ao lado de Sebastião Madeira, embora essa possibilidade ainda esteja em fase de avaliação. Já Bira do Pindaré trabalha nos bastidores para um possível retorno ao PT, desde que a federação fique sob a liderança de Brandão. Vinicius Ferro é cotado para o MDB.

O fato é que o cenário político de 2026 já começou aquecido, e engana-se quem acredita que as articulações ficarão para depois do Carnaval. As informações são do jornalista Diego Emir.


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