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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Polícia mata mais um suspeito de ataque que matou grávida e criança no Maranhão

 


Um adolescente suspeito de participar do ataque que matou uma mulher grávida e seu filho de 4 anos, em São João Batista, morreu nesta quinta-feira (30) durante uma operação policial realizada em São Luís.

A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA).

Segundo a secretaria, o jovem possuía um mandado de prisão em aberto e foi localizado por equipes policiais no bairro Vila Palmeira, na capital maranhense.

Durante a abordagem, conforme a SSP, o adolescente teria reagido e houve confronto com os policiais. Ele foi atingido por disparos, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a Segurança Pública, até o momento, 15 pessoas foram presas por suspeita de participação no crime ocorrido em São João Batista.

Outros nove investigados morreram durante confrontos com as forças policiais em operações realizadas após o ataque. A SSP informou ainda que mais de 20 pessoas já foram identificadas como possíveis envolvidas na ação criminosa.

As equipes de investigação continuam trabalhando para localizar outros suspeitos e esclarecer a participação individual de cada investigado no caso.

Ataque teria sido motivado por vingança

As investigações apontam que o crime teria relação com uma disputa entre grupos criminosos. Segundo a polícia, integrantes do Comando Vermelho teriam invadido a residência onde estavam as vítimas à procura do marido de Samira Costa Correia.

A suspeita é de que ele teria ligação anterior com a facção e posteriormente se aproximado de um grupo rival. Como o homem não foi encontrado no imóvel, os criminosos teriam atacado os familiares que estavam na casa.

Samira, que estava grávida de três meses, e o filho Yan Kaleb Costa Santos, de 4 anos, foram encontrados mortos dentro da residência incendiada. A perícia foi realizada para determinar se as vítimas morreram durante o incêndio ou antes da queima do imóvel.

A SSP informou que o marido de Samira colaborou com as autoridades durante as investigações e passou a ser considerado uma testemunha do caso.

Segundo o órgão, as informações fornecidas por ele auxiliaram na identificação de suspeitos que posteriormente foram presos. A secretaria avalia a possibilidade de inclusão dele em um programa estadual de proteção a testemunhas.

Ainda conforme a SSP, o homem nega ter feito parte de qualquer organização criminosa.

O caso

O crime ocorreu em 10 de julho de 2026, na zona rural de São João Batista, município localizado a cerca de 291 quilômetros de São Luís.

Segundo a investigação, um grupo armado invadiu imóveis pertencentes à família das vítimas, efetuou disparos e ateou fogo em uma das casas.

Moradores relataram que aproximadamente 15 homens participaram da ação. Apenas uma das residências estava ocupada no momento do ataque, justamente o imóvel onde estavam Samira e o filho.

A Polícia Militar foi acionada após moradores comunicarem o incêndio, e equipes foram até o local para atender a ocorrência.

A investigação segue em andamento para identificar todos os responsáveis e concluir a apuração sobre a dinâmica do crime. Oinformante 

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